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SEO Cheat Sheet – resumão de otimização de sites para mecanismos de busca

Imagem de cubos coloridos formando o acrônimo SEO.

Saber sobre técnicas de SEO não é tão fácil quanto a maioria dos blogueiros e noticiadores, em geral, divulgam. Saber aplicar corretamente as práticas para otimizar corretamente um site e conseguir um bom posicionamento na SERPs dos mecanismos de busca, e fazer isso corretamente e de forma eficiente e satisfatória, certamente é trabalho que se aprende com a prática e estudos constantes.

E para aprimorar os conhecimentos em SEO e otimização de sites, em geral, além de ler artigos a respeito – como o “Passo-a-passo para a implementação de SEO“, “Escolha as melhores palavras-chave para a otimização de um web site para os mecanimos de busca“, “SEO para designers: os erros mais comuns na otimização de sites” e outros – e visitar bons sites sobre o assunto – como o site do Alexis Kauffmann, Mestre SEO, Brasil SEO, Marketing de Busca, dentre outros -, uma outra coisa que pode ser feita é ler o cheat sheet sobre SEO que, segundo vi no Pinceladas da Web, o pessoal do PHP Team fez e disponibilizou para download.

As informações para as pessoas “hoje em dia” são tantas, e disponíveis de forma tão ampla e generalizada, que um material “condensado”, um verdadeiro resumão sobre algum tema, é sempre bem vindo! E é isso que o SEO Cheat Sheet vem suprir, a falta de um resumão sobre SEO, para relembrar e fixar os principais conceitos, os conhecimentos básicos, em otimização para mecanismos de busca.

Como montar um portfolio sem ter clientes

Monitor de computador com os dizeres clique aqui para iniciar seu portfolio.

Um profissional, de qualquer área de atuação que for, precisa ter um bom portfolio para apresentar a seus potenciais clientes e, também, aos atuais clientes que o queiram ver por algo motivo. Montar um portfolio é tarefa que, depois de iniciada, não termina jamais, pois a tendência é continuar desenvolvendo projetos e incrementando a “carteira de jobs” que se tem.

Há alguns dias, quando escrevi o artigo sobre fechamento de contratos e designs para web, surgiu a dúvida do leitor Nu sobre a situação de ainda não se ter um portfolio para mostragem dos trabalhos e pinta a indicação de um trabalho. Realmente é uma situação delicada e, pensando melhor sobre o assunto, resolvi escrever este artigo.

Sobre “portfolio”

Para começar, comunico que sou de acordo com o que escreveu Luiz Gonçalves, em seu artigo “Portfolio, portifólio e portfólio… qual a grafia correta?“, onde explica que, no caso de brasileiros, o mais conveniente é optar pelo uso da grafia “portfolio“, em detrimento a “portifólio” e “portfólio“.

Penso que um dos primeiros passos para fazer as coisas corretamente é estabelecer quais as terminologias você vai usar e, acompanhando opiniões sérias e estudos feitos sobre os assuntos de sua área de atuação, escolher as que julga pertinentes. É o caso para “portfolio”.

Algumas considerações sobre portfolio

Ter um portfolio serve, primariamente, para mostrar a clientes o que você já fez e como anda sua evolução de sua qualidade de trabalho – comparando trabalhos passados com projetos mais recentes -; o portfólio tem o objetivo de mostrar a qualidade de seu trabalho e se você se adapta às tendências de sua área de atuação.

Através de seu portfolio os clientes poderão avaliar seu trabalho, como é seu estilo, se você é capaz de “se adaptar”, se sabe contextualizar seus trabalhos às necessidades de cada cliente. O portfólio serve para mostrar do que você é capaz.

Como começar um portfolio

Ter um portfolio é de extrema importância para começar a conquistar novos clientes. Afinal, como bem disse Wellington Carrion, em seu artigo “Portfólio, inimigo ou aliado?“,

É complicado avaliar um profissional que não possui um portfólio. Como você avalia um professor de web que não possui sites de sua autoria? Será que um cliente aceitaria fazer um site com alguém que não tem o que mostrar? Você contrataria um pedreiro para trabalhar em sua casa sem referências? (sic)

Concordo plenamente com os dizeres mas, antes de discutir sobre estas questões, o importante é ter trabalhos prontos; é ter conteúdo de qualidade para se colocar no portfolio!

Essa é uma questão complicada porque, erroneamente, você pode pensar que acontece um “looping infinito”: não se consegue um cliente porque não se tem um portfolio; mas não se tem um portfolio porque não se consegue um cliente… Saiba de uma coisa, colega: as coisas não são bem assim. ;-)

Se você não tem algo, crie! Sempre foi assim com as invenções do mundo e vai continuar sendo! Sempre que alguém queria alguma coisa e essa “coisa” não existia, esse “alguém” a criava – e é assim até hoje. O mesmo se aplica para o caso dos portfolios: se você não tem um portfolio, crie um!

Algumas sugestões para se criar um portfolio, mesmo sem ter “clientes oficiais”:

  • Faça hot sites de eventos/acontecimentos da escola/faculdade onde estuda, festas de família, ocasiões com os amigos, etc. Fazer um hot site para eventos deste tipo é ótima atividade, que todos vão gostar e que serve de treino para os trabalhos profissionais;
  • Faça sites para pequenos negócios de amigos, parentes e conhecidos. Fazer um site para a padaria do seu tio-avô ou algumas páginas para a vendinha de seu primo é uma boa maneira de acrescentar alguns trabalhos ao portfolio. Pode parecer um tanto anti-ético não cobrar nada pelo serviço; mas estas dicas são para aqueles que ainda não são profissionais do ramo e, por isso, na verdade não têm um “código de ética” a seguir (na verdade, nem existe um código de ética formal para desenvolvedores web…);
  • Sites de fã-clubes que você faça parte. A Daniele Viana, em seu artigo “Portfolio – Técnicas, dicas e exemplos de criação“, faz esta bela sugestão de criar sites de fã-clubes dos quais você ou um amigo faça parte. Além de contar mais um job pra você, com certeza todos os envolvidos vão se divertir muito no desenvolvimento;
  • Web sites de casamentos, noivados, etc. Casamentos, noivados e bodas de seus familiares podem ser ótimas oportunidades para você fazer mais trabalhos. Dê o site como presente para os “pombinhos” que eles vão adorar!
  • Desenvolva sites para ONGs e instituições de caridade. Este é um “clássico” entre os desenvolvedores, de fazer web sites para ONGs, instituições de caridade, entidades filantrópicas e afins. Além de você desenvolver ainda mais suas habilidades de web developer / web designer, conta mais um job em seu portfolio e você ainda o desenvolvimento de uma causa nobre (teoricamente).

Considerações finais sobre ter um portfolio sem ter clientes

As sugestões sobre como iniciar um portfolio sem ter “clientes oficiais” não se limitam a isso; na verdade, a limitação é de sua mente ilimitada! Entendeu? ;-)

Começar a fazer trabalhos para terceiros não é tão difícil como parece; o mais importante é se manter atualizado em seu ramo de atuação e evoluir suas técnicas de desenvolvimento para tornar-se uma referência no que faz, seja em sua cidade, no seu país ou no mundo!

Depois de ter alguns projetos no portfolio – o número exato é uma questão controvertida, mas, pessoalmente, acredito que algo em torno de 10 sites está de bom tamanho – é hora de buscar os clientes “de verdade”, rumo à iniciação de sua carreira profissional no desenvolvimento web.

Então, quando fizer os (hot) sites para seus amigos, colegas, parentes, etc, divirta-se no processo, mas leve a sério! Afinal, são estes os primeiros trabalhos que você terá em seu portfolio e, tenha certeza, os clientes os levarão a sério no momento de decidir uma contratação, ou não. Faça o melhor que puder!

Como disse, as sugestões apresentadas sobre como iniciar um portfolio não se encerram naquela lista; você tem alguma sugestão de como iniciar trabalhos no desenvolvimento web para montar um portfolio?

Fechamento de contratos e designs para web: teoria e prática

Caneta em cima de um contrato.

Trabalhar com desenvolvimento web é algo muito bom; entretanto, tem também seus aspectos negativos – como tudo nesta vida. Agora a pouco, em discussão com meu colega de trabalho Leo Bruno, entramos em uma seara muito complicada e delicada de se tratar; na verdade, uma discussão profissional que já foi iniciada há anos atrás e, obviamente, continuará a existir.

A questão principal era “É preciso apresentar um design para o cliente antes de fechar um contrato ou deve-se fechar o contrato antes para, somente depois, mostrar os primeiros esforços”? Esta, na verdade, não é uma questão meramente restrita ao desenvolvimento para web. Existe em diversas áreas de atuação, mormente às relacionadas a artes, abstração, etc – os exemplos do Guia do Ilustrador não me deixam mentir.

O objetivo, aqui, não é de convencer ninguém a pensar conforme uma opinião ou outra mas, sim, expor ambos pontos de vista para que a discussão sobre o assunto continue e todos nós possamos aprender e refletir mais a respeito.

O difícil é convencer

Como comentei, é complicado para um profissional da área de desenvolvimento web – e outras muitas – de “convencer” o cliente de fechar um contrato antes mesmo de aprensentar algo “palpável”. E difícil para uma pessoa pagar por algo (ou começar a pagar) que sequer viu e não verá durante um tempo, não é? A resposta é “Depende”!

Se você quer dar um novo visual a seu jardim e contrata um paisagista, você não vai dizer que somente paga pelo trabalho dele depois de ver o resultado, somente se este lhe agradar… Um médico não cobra a cirurgia plástica somente se a pessoa agradar do resultado. Ele faz o que precisa ser feito, conforme as “especificações” passsadas pelo paciente, e pronto.

Mas parece que quando o assunto é desenvolvimento web a coisa muda de figura… As pessoas têm dificuldade, não sei por quais motivos, de aplicar o mesmo raciocínio para o desenvolvimento de web sites e sistemas virtuais, em geral. O fato é que alguns cliente insistem em ser inflexíveis em relação a fechamento de contratos quando não vêem um design ou um layout, que seja, e pensam que estão pagando “à toa”, que não será confiável, etc.

Portfolio, clientes, teoria e prática

Realmente, em alguns casos a pessoa pode levar gato por lebre, mas, para isso mesmo, é que o profissional, a agência, grupo de amigos ou o que for, devem ter um portfolio! É através do portfolio que o potencial cliente poderá ver a qualidade dos serviços que são prestados e optar por fechar o contrato do desenvolvimento, ou não.

Na discussão argumentei isso, que o portfolio deve ser consultado pelo cliente para auxiliar em sua decisão, que é possível enviar uma apresentação multimídia com alguns trabalhos dias antes da reunião, enfim, que o cliente deve ter a oportunidade de consultar trabalhos já feitos antes de, efetivamente, fechar o contrato e contratar os serviços de desenvolvimento.

Já o Leo Bruno disse que a “realidade do mercado” é outra; que na teoria é assim, mesmo, e tudo é muito bonito, mas, na prática, se você chegar e disser isso a um cliente, que só vai apresentar algo para ele ver depois de o contrato fechado, ele responde que existem mais X desenvolvedores e que vai fazer o projeto com eles, então… Resultado, um cliente um job a menos.

E o Briefing?

Então, contra argumentei que é impossível mostrar algo focado àquele cliente sem antes fazer um bom briefing de desenvolvimento web. Que, para fazer isso, apresentar um design sem fazer um briefing, só mesmo trabalhando com modelos de sites prontos e templates… Falei sobre o artigo onde cito a opção de fazer um briefing preliminar e um briefing mais detalhado e sobre várias coisas a respeito, que inclusive já escrevi sobre no artigo de briefing para web sites, aqui no desenvolvimento para web.

Ele chegou a concordar na parte do briefing, mas disse que o “modus operandi” é fazer o briefing final antes mesmo de se fechar o contrato, para passar o orçamento e, se este for aprovado, continuar com o desenvolvimento.

No fim, ninguém mudou de idéia…

Como na maioria das discussões, todos os envolvidos saem com as mesmas opiniões que tinham antes, no máximo com a informação de um novo ponto de vista ou a “suavização” de determinados aspectos. Então, eu continuo pensando que o correto é fazer 2 briefings e só apresentar um design depois de o contrato fechado e o Leo Bruno continua pensando que a “realidade do mercado” obriga a tomar outro rumo, quer dizer, que é preciso, para conquistar e manter clientes, que se apresente um design antes de se fechar contato; caso contrário, o cliente vai buscar o serviço em outro lugar.

Meu colega Leo Bruno é o responsável pelas vendas e contato com clientes aqui na empresa onde trabalho; ele é formado em marketing e lida com o público tem vários anos, o que o capacita a dizer o que diz devido à sua prática. Portanto, respeito muitíssimo a opinião do Leo sobre isso porque, se ele trabalha há anos com isso, besteira é que não pode estar falando!

Entretanto, continuo com minha humilde opinião, de quem mais desenvolve a web do que fecha contratos; continuo pensando que o portfólio é o principal “trunfo” para a decisão de o cliente contratar você ou não, e que as principais especificações de um projeto web devem ser “descobertas” através da feitura de um bom briefing.

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Como complemento, leia o artigo “Como montar um portfolio sem ter clientes“.
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E você, qual sua opinião sobre isso? O melhor é fechar o contrato antes e apresentar o design depois ou apresentar o design antes para, só depois e se aprovado, fechar o contrato?

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