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Marcha da Maconha: hipocrisia, repugnância e mau exemplo através da web

3 de maio de 2008 8 comentários

Marcha da Maconha: vergonha nacional, hipocrisia ilegal.

Mal foi eu colocar o artigo com a entrevista com Robert Cailliau, co-criador da web e tive a infelicidade, ou melhor, a desgraça de saber sobre a asqueirosa iniciativa Marcha da Maconha…

Os organizadores dessa desprezível e moralmente falsa iniciativa a favor da maconha tem em seu site, inclusive, uma loja virtual que disponibiliza camisas que são vendidas para custear as “manifestações” (e, claro, comprar drogas para os participantes).

O falso moralismo, as hipocrisias e as falsidades vão a tal ponto que, em uma das seções do site, “Guia de recomendações da marcha”, está escrito:

Não use nem leve maconha ou outras drogas. Lembre que ainda é crime e a Marcha não foi organizada para cometer crimes, incentivá-los ou fazer apologia e sim para estimular reformas nas políticas públicas e leis sobre a maconha e outras drogas e exigir mais acesso ao diálogo com o Estado.

“A marcha não foi organizada para cometer crimes, incentivá-los ou fazer apologia”? Quem escreveu isso estava drogado, na hora! Vejam o nome do “evento”: Marcha da Maconha! Como que não estão incentivando crimes, sua cambada de hipócritas?!

E esse bando (no sentido do Direito Penal, mesmo) é tão tapado, que ainda por cima, coloca no site a lei que comprova, legal e juridicamente, que esse movimento é totalmente ilegal! É a Lei nº 11.343/06 que, em sua seção DOS CRIMES informa:

Art. 33
§ 2º Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga:
Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa de 100 (cem) a 300 (trezentos) dias-multa.

Eu não sou advogado, mas se a Marcha da MACONHA não instiga o uso indevido de drogas, sinceramente os poucos conceitos de Direito que eu conheço não servem para nada!

E vejam que maravilha este trecho encontrado na seção “É crime fazer apologia da maconha” (ai, ai…):

Os apreciadores e defensores da cannabis são pessoas iguais a você, cidadãos de bem que zelam por suas famílias, trabalham e pagam impostos.

Olha aqui, você(s) que escreveu(ram) isso (enquanto estavam drogados, provavelmente): não venha(m) comparar os cidadãos de bem com tipos falsos que apregoam um falso moralismo! Larga(em) a mão de hipocrisia e tentativa de manipulação! Como que alguém que contribui para o tráfico organizado pode falar alguma coisa assim? Como alguém que financia guerras e chacinas pode ser alguém “de bem que zela por sua família”?

Ou todo mundo que vai e/ou é simpatizante dessa passeatazinha ilegal tem uma plantação de maconha no quintal de casa e não precisa recorrer a um traficante para consumir suas drogas diárias?

Eu fico muito triste de saber da existência deste tipo de atividade, ainda mais utilizando a web, que é a área em que eu trabalho e tanto gosto. Mais triste ainda fico ao constatar que existem pseudo-profissionais da web que se dispõem a fazer sites deste gênero e constribuir com crimes como esses (vide o artigo citado). Percebam, inclusive, que em nenhuma parte do site há os créditos de quem fez o site…

Blogs que eu assinava o feed e gostava cujos autores fizeram uma “propagandinha” desse pseudo-evento já foram excluídos da minha lista! Um leitor a menos pode não fazer diferença para eles, mas a minha parte eu sei que estou fazendo!

Olha, pessoal, eu nem sei expressar o quão indignado e eu estou com tamanho descaramento e cara de pau dessas pessoas em realizar isso daí… O máximo que eu posso fazer, infelizmente, é escrever este artigo para expressar o que eu sinto e convidar a quem mais compartilha deste sentimento a se juntar a mim.

Quem tiver um blog, site, acesso a mídias impressas, ser ou conhecer uma pessoa influente, por favor, faça sua “propaganda” a favor da Lei para que essa passeata imoral e ilegal não exista mais!

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8 comentários em "Marcha da Maconha: hipocrisia, repugnância e mau exemplo através da web"

Estevão (4/05/2008)

Enquanto houver pessoas que pensam assim, o Brasil continuará a ser esse país hipócrita que sempre foi.

Parem de se basear em “Tropa de Elite” e vivam a realidade. Comecem, por exemplo, lendo esse artigo escrito pelo Tico Santa Cruz (o qual nesse momento vocês devem estar se referindo como ‘maconheiro’: http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/04/16/a_marcha_da_maconha_a_hipocrisia-426881471.asp

Como o Brasil é um país democrático, a liberdade de expressão está garantida (ou deveria estar, vide o episódio do possível bloqueio do portal Wordpress no Brasil e nesse assunto mesmo, a proibição da marcha em alguns estados brasileiros). Portanto respeito seus argumentos, que na minha opinião, estão exagerados por falso moralismo.

Abraços

Evelyn (5/05/2008)

Totalmente contra a essa marcha camuflada!

Tárcio Zemel (5/05/2008)

@ Estevão

Li a matéria que você indicou e li a matéria a respeito que você colocou em seu blog; sinceramenta, ambas me parecem posições de alguém que consome este tipo de droga (e, vide linhas acima, contribui com o tráfico organizado e chacinas e etc) e quer mais “liberdade” para fazer isso com mais tranquilidade, diga-se dessa maneira.

A liberdade de expressão está garantida, mas, como consta no texto do artigo, que você deve ter lido na íntegra, há uma lei que diz que qualquer incitação ao uso indevido de drogas é CRIME!

E, sinceramente, tanto você, quanto o tal Tico, independente de estarem defendendo este movimento degradante, hão de convir que este movimento INSTIGA, SIM, o uso de drogas.

E eu vi na TV, ontem, os “tipos” que participaram do movimento. Me pareceram mais com pessoas querendo usufruir da liberdade de consumir sua droguinha diária do que os que estão, supostamente, buscando aquelas coisas que falsamente constam no web site oficial da “Marcha”.

Então, Estevão, direi como você me disse: respeito seus argumentos, mas não concordo nem um pouco com eles e MUITO MENOS com esse Lobby criminoso que, para mim, tem gente “de peso” por trás com intenções além de “liberdade”…

Abraços e muito obrigado por deixar sua opinião!

Hell (5/05/2008)

Caro Tárcio,
Acredito que você tem um sério problema com estereótipos e com o preconceito ante pessoas que pensam ou agem diferente de você. Isso pode ser visto em vários trechos do seu tópico, como por exemplo: “”
“…custear as “manifestações” (e, claro, comprar drogas para os participantes)…”. Para dizer isso com certeza você não sabe quanto custa maconha. Puro achismo e acusação sem provas, vale até um processo. Com 30 reais você consegue deixar qualquer usuário de maconha contente por uma semana inteira.

“A marcha não foi organizada para cometer crimes, incentivá-los ou fazer apologia”? Quem escreveu isso estava drogado, na hora!”. Apologia só porque o nome da marcha era “Marcha da Maconha”? Pois se a intenção é descriminalizar a maconha, como você acha que ela deveria ser chamada? Isso parece algum tipo de medo ou vergonha que algum parente ou amigo seu algum dia venha a usar maconha - e você pode ter certeza que isso já está acontecendo. Eu não consigo encontrar outra explicação para alguém sentir tanto medo da palavra “Maconha”.

Acredito que o problema de ser “tapado” não se aplica aos organizadores da marcha quando em relação à Lei nº 11.343/06. Lá diz: “Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga”. Você tem certeza que leu bem à respeito do que é a marcha? Você viu em algum lugar no site ou em algum cartaz nas passeatas escrito “Fume Maconha”? Ou, para você, a simples menção do nome já é indução ao uso? É uma palavra maldita agora? Para mim está claro que nem seus parcos conhecimentos de Direito lhe são verdadeiramente úteis.

“Os apreciadores e defensores da cannabis são pessoas iguais a você, cidadãos de bem que zelam por suas famílias, trabalham e pagam impostos.”. Isso é verdade meu querido, eu tenho vários amigos que agem exatamente dessa forma. Ou você acredita que todo usuário de qualquer droga é um vagabundo que não se importa com nada? Esse preconceito seu com certeza veio de tantos filmes e novelas que você assistiu em que o estereótipo do usuário de drogas é sempre mal e sem noção do que está fazendo.

“Como que alguém que contribui para o tráfico organizado pode falar alguma coisa assim?”. É simples: quem compra maconha do tráfico só o faz por ser proibido cultivar ou comercializar. Quando nós tentamos dizer a vocês que os males da maconha em si são menores do que a proibição da mesma, ou somos acusados de apologia às drogas, ou somos agredidos fisicamente por policiais, ou somos proibidos de dizermos qualquer coisa. Essa linha de pensamento leva claramente à conclusão de que não é permitido nem ao menos falar sobre o assunto, visto que mesmo nas universidades, como vimos em fato recente na UFMG, termina com invasões policiais, prisões injustificadas e até mesmo agressão à alunos. É esse tipo de lei e ordem que você quer no seu país? E quando for o SEU direito que quiserem tirar, qual vai ser sua reação?

“Ou todo mundo que vai…”,”…tem uma plantação de maconha”. Eu acredito que realmente nem todos possuem um pé em casa, visto que é proibido. A maconha cresce tão rápido e tão fácil quanto mato, mas a única forma de ter uma em casa sem chamar atenção é montando estufas e gastando os tubos com equipamentos, adubos e energia elétrica. Como você acha que a maioria dos usuários de maconha vai conseguir investir tanto num cultivo “in-door” dessa forma? Sinto muito, mas o único jeito é comprando com os traficantes, pois só eles “podem” vender maconha.

“Mais triste ainda fico ao constatar que existem pseudo-profissionais…”. Onde está a ilegalidade do site, para chamar a nós, profissionais de TI, de pseudo-profissionais? Só porque a “palavra maldita” está presente no site inteiro? Você leu em algum lugar no site um texto incentivando o uso da erva? Ou o máximo que você viu foi o pedido para que ela seja melhor discutida?

“Li a matéria que você indicou e li a matéria a respeito…”. Então para você qualquer pessoa que seja à favor da legalização da maconha é maconheiro, vagabundo e contribui para o tráfico de drogas? Sendo assim, o que dizer do jurista Evandro Lins e Silva, um dos juristas mais renomados do país, que sempre se manifestou abertamente favorável à legalização das drogas? E quanto ao senador Jéferson Peres (PDT), que também é favorável à uma legalização continental? E quanto ao FHC, que realizou estudos junto com Portugal durante seu governo para a legalização das drogas nos dois países, e semana passada, em que abriu o Comitê de Combate às Drogas da América Latina, assumiu que a legalização das drogas podem ser consideradas e será estudada seriamente pelo comitê? Você acha que eles também são usuários de drogas?

“A liberdade de expressão está garantida,…”. Para você o que é incentivo ao uso de drogas? Dizer “Legaliza a maconha” é incentivo? E se eu dissesse “Legalize o aborto”, ou “Legalize a Pena de Morte”, eu estaria fazendo apologia ao crime de assassinato?

“E eu vi na TV, ontem, os “tipos” que participaram do movimento…”. Como assim “tipinhos”? Você conversou com algum deles? Sabe o que eles pensam à respeito da política de drogas? Então como você pode dizer que as suas únicas intenções são poder fumar um baseado em paz? E, mesmo se essa for a única razão para que eles estivessem ali, qual o problema em se retirar um produto de marginais fortemente armados e perigosos e colocá-lo no quintal da casa de cada consumidor, onde ninguém vai morrer pelo seu uso?

“MUITO MENOS com esse Lobby criminoso…”. Você tem certeza de que esse “lobby criminoso” existe? Você acha que os traficantes, que só existem porque existe uma lei proibicionista ao consumo de drogas, iriam financiar uma campanha que extinguiria sua existência? Eu digo que não, e ainda aponto para você onde está o verdadeiro lobby criminoso:

Você sabia que as armas de baixo calibre que vão parar nas mãos dos marginais são em sua grande maioria fabricadas no Brasil pela Taurus? Você sabia também que essas mesmas armas primeiramente são exportadas legalmente para países vizinhos do Brasil onde podem ser vendidas livremente, e depois voltam para o Brasil em forma de tráfico junto com drogas?

Você sabia também que essas mesmas empresas financiam campanhas de políticos que são contra o desarmamento e contra a legalização das drogas? E que esses mesmos políticos (Tarso Genro (Justiça) e Nelson Jobim (Defesa)), querem que o imposto pago por esses países na compra de nossas armas seja extinto para que possamos exportar mais, com a explicação de que mais armas vendidas no mercado externo significariam menos armas circulando no mercado interno, mesmo sendo óbvia a forma que essas armas voltam à ilegalidade em nosso território? Ou seja, o que teremos serão mais armas ilegais circulando por aqui.

Pois é , por mais que você (e eu, mesmo com pontos de vista diferentes) queira o fim do tráfico, você nunca vai ver esse dia, pois é ele quem movimenta todo o mercado de armas no Brasil e na América Latinha. Não pense que os homens no poder querem manter as drogas longe das pessoas por se preocuparem com sua saúde. O que eles querem na verdade é que o tráfico de drogas sempre exista, pois isso vai manter o mercado de venda de armas, mesmo ilegal, sempre aquecido, as empresas fabricantes de armas no Brasil (CBC e Taurus) vão poder continuar sendo umas das maiores fabricantes de armas do mundo, os políticos vão continuar tendo suas campanhas sempre gordas e cheias de dinheiro vindo dessas empresas, e as pessoas irão continuar crendo que estão desprotegidas e que só a Justiça e a polícia com suas armas poderão salvá-los. Essas pessoas nunca vão saber que na verdade estão sendo controladas pelo medo. Os interesses políticos e o dinheiro por tráz disso são maiores do que o bem-estar da sociedade.

Agora que você sabe do outro “Lobby criminoso”, espero que você utilize esse conhecimento para algo mais útil do que para acusar tanto as pessoas utilizando-se de preconceito e estereótipos hollywoodianos e globais…

Tárcio Zemel (5/05/2008)

@ Hell

Olá, meu caro, Hell! Olha, eu digo que são comentários como o seu que realmente valem à pena de se responder! Blog é para isso, mesmo, para abordar um tema, receber uma “cuspida na cara” de quem não concorda, debater mais e mais, enfim… Gostei muito da extensão do seu comentário e conhecer algumas coisas que realmente eu não sabia!

Mas uma das coisas que eu sei é quanto custa maconha, pode ter certeza! Onde eu moro tem pelo menos 3 bocas ou mais, sendo que uma é bem ao lado da minha casa. Então, quanto a isso, pode ficar tranquilo.

Quanto ao nome do movimento, realmente não sei como deveria ser; o que sei (penso) é que, com certeza, com este nome ele faz apologia, sim… Tenho certeza de que os intelectos por trás do movimento poderiam pensar em algo melhor, se quisessem (mas, você e eu sabemos que não).

Quando você diz “Você viu em algum lugar no site ou em algum cartaz nas passeatas escrito ‘Fume Maconha’?”, sinceramente eu não acho que você pense que algo deva ser tão explícito para que seja verdade… A palavra “sugestão” diz muito para o caso.

Quanto ao seu “Sinto muito, mas o único jeito é comprando com os traficantes, pois só eles “podem” vender maconha”, digo que você deve ficar “sentido” é em relação às famílias dos milhares que são mortos diariamente em função da “maldita”. De minha parte, eu SINTO MUITO por este tipo de coisa acontecer e continuar acontecendo, e, como disse no texto, o máximo que posso fazer quanto a isso é escrever textos e tentar mobilizar pessoas me orientando pelo senso que eu tenho.

Ah, e um “sinto muito” para as plantações caseiras é algo muito fácil de se falar para justificar o financiamento de mortes, torturas e corrupção (pelo menos no meu ponto de vista).

Quanto a história das armas, realmente deve ser verdade o que você disse; infelizmente, você usou a velha tática “mas eles também fazem”, tentando “desculpar” todos os malefícios que as DROGAS proporcionam à sociedade… Meu texto foi sobre a Marcha da Maconha, não sobre a Marcha das Armas; se ela também causa estragos do mesmo gênero, aí “são outros 500″.

E, sinceramente, pelo menos a meu ver, quando me vejo no espelho não me considero adorador de “estereótipos hollywoodianos”, tanto que não acho “bonitinho”, “legal” ou “descolado” fumar maconha ou usar qualquer outro tipo de drogas (como você deve ter notado), que é, isso sim, o que os “filmecos” tentam passar ao público.

Enfim, Hell, como disse, fiquei satisfeito em podermos debater um pouco mais sobre o tema. Como na maioria das discussões, ambas as partes entram e saem com o mesmo pensamento. Você continue fumando e defendendo seu ponto de vista e eu continuo com meus textos com “parcos conhecimento em Direito”, tentando, pelo menos até onde conseguir, amenizar essa podridão que está nosso mundo.

Desculpe se esqueci de citar alguma parte de seu comentário, é que as discussões online são bem cansativas e, como percebemos, às vezes não geram os resultados esperados…

Obrigado por comentar e apareça!

Tchau!

Hell (5/05/2008)

Tárcio,
Eu não usei a tática do “eles também fazem”, na verdade estou apontando o lobby das armas como os principais interessados na continuidade do tráfico de drogas, e não um estado benevolente e preocupado com a saúde da população.

De resto acho que você tá certo, não rola discutir muito tempo sobre isso na internet. Pena que não pode discutir nem nas universidades e nem nas ruas, mas toda guerra contra o sistema é demorada mesmo…

Valew pela atenção!

Nildo Jr (26/11/2008)

Cara… vai estudar!!!!!…
vai estudar a historia da maconha… e saber o pq dela ser proibida… depois que vc estudar e saber, tenho ctz que vc vai ver que a maconha nao é uma droga, e sim um remedio.
Maconha nunca matou ngm cara…

Viva a MARCHA DA MACONHA!

Legalize ja!

Tárcio Zemel (28/11/2008)

@ Nildo Jr
É sobre este tipo de hipocrisia que estou falando… Ao invés de você dizer “Via a maconha”, que é o que você pensa, você diz “Viva a Marcha da Maconha”.

Assim como aquelas pessoas que estava à frente das manifestações e não as tiraram para que seus rostos não fossem vistos na mídia, você faz o mesmo, colocando essa “máscara” da Marcha para justificar seus próprios interesses.

Sinceramente, quem contribui conscientemente para o tráfico organizado não merece meu respeito! Ou você tem uma plantação em casa para sustentar seu vício? Acho que não, né…

Fraco!

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