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Escolha as melhores palavras-chave para a otimização de um web site para os mecanimos de busca

Existem muitas ferramentas que facilitar o trabalho de otimização para mecanismos de busca. Sem sombra de dúvidas, a Google Keyword Popularity é uma das melhores!

O trabalho de SEO para otimizar páginas e sites para os mecanimos de busca é realmente muito interessante. Essa otimização, quando bem feita, tende a aumentar consideravelmente o número de visitantes de um web site.

O trabalho dos profissionais e/ou novatos em Search Engine Optimization (ou, como prefiro, otimização para mecanismos de busca), entretanto, às vezes é fatigante (em outras palavras, chato). Para isso existem as ferramentas SEO para auxiliar os atuantes da área.

Vi no feed do Webinsider a indicação de uma ferramenta SEO que, na minha opinião, é uma das mais úteis que existe atualmente: Google Keyword Popularity, da tele-pro.

Esta ferramenta utiliza o Google Web API para comparar o número total estimado para as buscas pelas palavras chave escolhidas. Em outras palavras, você informa uma lista de palavras-chaves que quer comparar e ele retorna qual delas é a melhor opção. Uma coisa importante: o resultado apresentado equivale ao número de página encontradas numa buca por aquelas palavras, e não o número de vezes que elas foram procuradas.

É extremamente útil saber qual das palavras-chave que se está querendo usar é a mais procurada na internet para evitar que se faça uma “otimização às avessas”, quer dizer, incluir termos nas páginas que, erroneamente, pensava-se que seriam os melhores.

Por exemplo: quais palavras utilizar para otimizar uma página sobre filmes: “filme” ou “filmes”? Utilizando a Google Keyword Popularity, é possível saber que o número de páginas encontradas para a primeira é 215 000 000 e para o segundo 9 150 000. Claro que, para o exemplo, utilizar as duas seria o mais indicado.

Uma outra tática que se pode usar é ver quais as palavras com resultados maiores e utilizar as que tem resultados menores! A princípio, pode parecer um contra-senso; entretanto, pode aparecer a situação em que seja desejável explorar um “nicho” ainda em ascensão.

A partir de hoje, pelo menos para mim, a Google Keyword Popularity é indispensável!

As melhores práticas de SEO que você pode adotar em seu web site ou blog para melhorar o posicionamento nos mecanismos de busca

O assunto SEO, ou, em bom português, otimização para mecanismos de busca, é muito interessante e traz resultados reais para blogueiros e, principalmente, desenvolvedores web. Este artigo traz uma compilação das melhores práticas de SEO que você pode adotar em um web site ou blog!

Otimização para mecanismos de busca é o que as pessoas fazem, utilizando variados conceitos, técnicas e procedimentos para tentar uma melhor colocação nas páginas de resultados dos mecanismos de busca, ou SERPs, como preferem alguns.

Há extenso material sobre SEO na internet, e está ao alcance de qualquer um que se interesse pelo assunto e queira otimizar um site/blog para que este fique melhor colocado nos rankings dos mecanismos de busca. Justamente por ser extenso, às vezes pode parecer que ele está esparso; coisa que, depois de passado o primeiro momento, mostra-se como não verdadeiro.

De qualquer maneira, uma compilação com as principais e melhores técnicas para otimizar um site para os mecanismos de busca é sempre bem vinda! E foi justamente uma compilação de técnicas SEO que Julie Batten, do ClickZ, fez; e é nessa compilação que me inspiro para escrever as técnicas/práticas de SEO a seguir.

Use palavras-chave no URL

Isso pode ser feito assegurando-se que o nome dos arquivos das páginas obedeça a convenções que façam um bom uso das palavras-chave.

Para blogueiros que utilizam Wordpress, por exemplo, uma excelente maneira é configurar o permalink, ou link permanente, dos artigos e páginas. Para tal, siga a seqüência:

  1. Opções
  2. Permalinks
  3. “Personalizada, especifique abaixo”
  4. digite /%category%/%postname%/ (com as barras, mesmo)

Outra medida indispensável é utilizar o plugin All In One SEO Pack.

Direcione conteúdo para cada página (”assunto”)

É bom que cada página tenha 2 ou 3 parágrafos descritivos, quer dizer, que estes parágrafos (que devem ser os primeiros parágrafos) sejam “ricos” em palavras-chave escolhidas para a otimização daquela página, em especial.

Coloque palavras-chave próximas do início do código

Utilizando a maneira correta para montar designs web, quer dizer, utilizando CSS, é possível posicionar os elementos visuais da página em qualquer lugar que se queira (fazer os elementos renderizarem em posições diferentes do que realmente estão no código (X)HTML).

O conselho é que, independentemente do design escolhido para o blog ou site, as palavras-chave escolhidas para a otimização fiquem o mais próximas possível do início de seus respectivos códigos fonte.

Utilize tags para títulos e subtítulos

As tags para títulos (h1 a h6) foram idealizada justamente para isso: para marcar títulos! Prefira tags para marcar títulos ao invés de estilização de texto puro ou utilização de imagens. Preferencialmente, utilize as palavras chave mais importantes nos títulos de maior grau (h1 e h2) e vá decrescendo, segundo o grau de importância desejado.

Cuidado com o tamanho do arquivo (X)HTML

Segundo o que li em algum lugar (realmente não me recordo onde…), os bots de busca têm um limite para percorrer as páginas, e este limite é dado em KB. Por exemplo, o Google Bot percorre somente os primeiros 100KB de um arquivo.

Por isso, muito cuidado com a utilização desenfreada de imagens, com a divmania, e procure manter um código fonte enxuto e fácil de manutenir (resumindo: codifique usando os padrões da web).

Adicione textos descritivos para cada imagem

Para adicionar um texto descritivo nas imagens, basta se valer do atributo “alt“, na hora de escrever a tag de imagem (para quem usa Wordpress com tinyMCE ativado, basta preencher o campo “Título” na hora de fazer upload de imagens para o editor).

A grande dica é fazer textos realmente descritivos e, quando possível, sucintos, que contenham, também, palavras-chave do atual documento. Além de otimizar a página para os spiders, o quesito “acessibilidade” também fica presente.

Faça links de texto ao invés de imagem

Os robôs de busca utilizam os textos dos links como auxílio para determinar qual é o assunto que a página apontada trata. Fazendo textos com imagens, isso é dificultado. Portanto, faça links com textos e, importante, com textos descritivos, que realmente sugiram do que trata a página (nada de “clique aqui”, por exemplo).

Implante DHTML corretamente

No atual estágio do desenvolvimento para web, a meneira mais correta de desenvolver um web site é através do desenvolvimento em camadas: uma camada para o conteúdo; uma camada para a aparência; uma camada para o comportamento. A vantagem disso é que o projeto é mais facilmente manutenível e há a possibilidade de mexer em cada camada separadamente.

Desenvolva seus web sites em camadas (há muito material sobre isso disponível)! Os mecanismos de busca são “usuários cegos”, quer dizer, só conseguem interpretar conteúdo ((X)HTML). Fazendo seu site em camadas, você garante que os usuários terão uma melhor experiência e que suas páginas serão corretamente indexadas pelos spiders.

Evite frames

O uso de frames/iframes, além de ser técnica ultrapassada, não é aconselhável por questões de acessibilidade e otimização para mecanismos de busca. Ou seja, se você utilizar essas tecnologias velhas na hora do desenvolvimento, esteja ciente de que uma parte de seus visitantes não terá total acesso a seu site e que alguns mecanismos de busca exibirão páginas incompletas.

Use corretamente o arquivo robots.txt

O arquivo robots.txt é um arquivo que possibilita restringir/permitir o acesso dos bots que visitam suas páginas. Nele, é possível especificar qual ou quais páginas/arquivos podem ser visitados e quais não podem.

Para saber mais sobre o arquivo robots.txt, veja a página da Wikipedia que trata sobre o assunto. Para os blogueiros de plantão, no BrPoint há um artigo que sugere um robots.txt ideal para o Wordpress.

Utilize corretamente o redirecionamento de páginas

O conselho é que se evite o redirecionamento temporário (302) e se utilize o redirecionamento permanente (301). O motivo é simples de entender: o redirecionamento 302 é temporário, quer dizer, um bot pode indexá-lo em seu banco de dados e, pouco tempo depois, o apontamento não mais funcionar… Já com o redirecionamento fixo, este problema deixa de acontecer.

O tratamento correto destes erros e como lidar com eles foge um pouco ao escopo “tradicional” de um desenvolvedor web (ou blogueiro), e exige configurações mais “profundas” para funcionarem corretamente. Entretanto, é aconselhável que todos os envolvidos com a web tenham noção e saibam pelo menos o básico sobre isso. Para começar, uma boa indicação seria o artigo do BrDesigner.com que trata sobre o erro 301 e faz uma abordagem geral sobre o assunto.

Não use Black Hat SEO

Black Hat SEO é o “lado negro da força” das técnicas de otimização para mecanismos de busca. São práticas que visam a enganar os bots para se conseguir uma excelente colocação nas SERPs em pouco tempo. Para saber mais sobre esta nociva prática, que pode chegar a banir o site dos mecanismos de busca, leia um excelente artigo sobre as práticas de black hat SEO.

Evite usar páginas iniciais “splash

“Páginas inicias splash” são aquelas páginas index que não apresentam o conteúdo do site; apresentam, sim, alguma informação geralmente não muito útil e que quebra as expectativas dos visitantes que a acessam. Geralmente são informações sucintas sobre a empresa; escolha de idioma, escolha de configuração de tela; e outras coisas que, quando se usam tecnologias atuais para desenvolver web sites, tornam-se desnecessárias.

Não é aconselhável que se use as splashs porque isso prejudica o posicionamento do site nos mecanismos de busca. Isso acontece basicamente pela “inveracidade” das informações (às vezes contradiação com o título, meta-descrição ou meta-palavras-chave) e/ou pela quantidade mínima de palavras-chave presentes, num lugar onde elas se fazem mais do que necessárias.

Evite URIs com query strings

Query strings” podem ser vistas em um endereço de páginas facilmente. Basta ver se há presentes caracteres como “?”, “=”, “&”, e outros mais estranhos. Isso é feito em web sites dinâmicos e servem para manipular/controlar o fluxo de exibição dos conteúdos. Apesar da facilidade que o recurso oferece, não é aconselhável que se deixe os permalinks dos sites dessa maneira.

Existem maneiras de evitar isso, “sobreescrevendo” por URIs mais amigáveis tanto para os mecanismos de busca, quanto para as pessoas guardarem. Existe material bem extenso sobre esta questão. Quem quiser, pode começar os estudos no nodesign, no artigo Apache, mod_rewrite e URL Amigável.

Atenção com o conteúdo duplicado

O conteúdo duplicado, ou seja, quando um mesmo conteúdo aparece em diferentes sites na web, pode ser prejudicial. É interessante inteirar-se sobre o assunto, porque isso é um importante e, às vezes, controverso assunto no meio de desenvolvedores web. De iníco, leia meu texto sobre conteúdo duplicado e, depois, pesquisa um pouco mais sobre o assunto para tomar algum tipo de posicionamento.

Seja consciente!

Tudo isso que foi dito, pessoal, são “receitas de bolo” (bolos muito bons, diga-se de passagem) que podem ou não serem seguidas/utilizadas. Na minha opinião, um dos mais importantes passos rumos à qualificação e/ou profissionalização de um desenvolvedor web é o desenvolvimento do senso crítico e do pensamento autônomo.

“Pinçar” dica e macetes sobre os mais variados assuntos na internet é a coisa mais fácil do mundo! O que não é tão fácil, assim, é ter e praticar o conhecimento de que “cada caso é um caso”, e que para cada situação deve-se ter o cuidado e consideração de analisar, analisar bem, o uso ou não uso de determinada técnica ou artifício.

Que possamos fazer bom uso destas técnicas e discernir sobre as melhores situações para aplicá-las!

Tasty: mais uma ferramenta para acompanhamento SEO

Tasty logo.

Vi no feed do Tudo na Web a indicação do Tasty, um serviço que permite saber quantas pessoas adicionaram determinado site no del.icio.us.

Eu testei e realmente é bem legal! Além da rapidez com que a busca é feita, o jeito com que o resultado é exibido é muito interessante! Aparece o número total de pessoal que adicionaram o site como favorito e um gráfico que mostra as categorias que as pessoas usaram.

Tasty: resultado para a procura do site do Google.

Certamente é uma ferramenta web valiosa para complementar as já existentes para os trabalhos e acompanhamentos em SEO.

Conteúdo duplicado: penalização nos mecanismos de busca?

O conteúdo duplicado, ou seja, textos repetidos em diferentes sites, pode ser penalizado pelo Google e outros mecanismos de busca. Entretanto, há maneiras para amenizar isso.

O Google dá algumas diretrizes gerais a respeito de duplicação de conteúdo; diretrizes estas que, acredito eu, valem para os demais (leia-se: menos significantes) mecanismos de busca. É bom ler o que o Google indica sobre conteúdo duplicado.

No site Easylogics há um bom artigo com algumas orientações a respeito de duplicação de conteúdo e algumas coisas que não se deve fazer. Vale a pena ler o artigo “Evite o Conteúdo Duplicado“.

Bem, o fato é que, em uma conversa com o Ronit Rozen, do Artigonal, surgiu a questão de publicar o mesmo artigo em sites diferentes, se realmente seria prejudicial para a classificação nos mecanismos de busca, e tudo o mais.

Ele fez uma pesquisa na web e descobriu uma boa explicação de Matt Cutts sobre conteúdos duplicados. Basicamente, ele comenta que se deve:

  • Evitar publicar o mesmo artigo em excesso (quer dizer, em muitos sites diferentes);
  • Inserir um link para o conteúdo original.

Nas palavras de Matt Cutts, isso ajuda a garantir que o conteúdo original tenha mais PageRank, o que ajuda a escolher os melhores documentos em nosso índice.

No meu caso, em especial, para evitar isso, escrevo o artigo nos outros sites com variações no texto. Isso diminui consideravelmente o tamanho do artigo, às vezes, mas, penso, ajuda com o possível problema de duplicação de conteúdo e penalização pelos mecanismos de busca.

Então, pessoal, caso alguém queira publicar artigos em diferentes endereços web, escolha somente 2 ou 3 sites (esse “muitos sites diferentes” é bem subjetivo; eu entendi que esse número é aceitável) para fazê-lo e, claro, não se esqueça de colocar um link para o conteúdo original.