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SEO para designers: os erros mais comuns na otimização de sites

Saiu um artigo no Web Designer Wall um artigo muito interessante, tratando sobre SEO para designers.

Nele, os aspectos mais básico da otimização de web sites é abordada, passando desde uma explicação sobre como funcionam os sitemas de busca até dicas importantes, como o cuidado ao escolher o nome do domínio, atenção com a página de erro 404, dentre outros.

O que mais gostei no artigo foi uma lista de erros que web designers e desenvolvedores cometem no desenvolvimento de sites. Lista essa que coloco aqui, com alguns comentários meus.

Erro de SEO 1 - Telas de Entrada (Splash Screens)

A tão defamada e mal usada tela de “Splash”… Não sei exatamente quem inventou de colocar essa “introduçãozinha” nos web sites; só sei que, por motivos que me fogem à compreensão, muitas pessoas imitaram (e imitam) isso achando que é “bonitinho” ou eficiente para alguma coisa…

A verdade é que ter uma tela de splash em web sites acaba atrapalhando a experiência do usuário, prejudica a classificação nos mecanismos de busca e fere o conceito de “home page”.

  • Atrapalha a experiência do usuário. Se alguém digita o endereço de seu site ou blog, o que espera é entrar de uma vez para conferir as atualizações, artigos, ou o que quer que seja. Se a intenção dele fosse ver um desenho ou propaganda, ele procuraria por esse tipo de material… Além do quê, levando em conta a usabilidade, para acessar o conteúdo do site, ele terá que dar 1 clique a mais, o que não é nada aconselhável;
  • Prejudia a classificação nos mecanismos de busca. A página inicial, geralmente, é a página onde a maioria dos spiders começa a procurar seu conteúdo. Além disso, é comum que a home page seja a melhor classificada e tenha maior page rank. Utilizando uma Splash Screen, há prejuízos diversos em todas estas questões;
  • Fere o conceito de “home page”. A questão aqui não é que “ferir conceitos é algo ruim”; isso foi só uma maneira de falar que as telas de introdução prejudicam a experiência dos visitantes. Idealmente, as home pages deveriam servir para apresentar o produto, serviço, promoção, artigos, etc, utilizando, claro, os conceitos de SEO, para o visitante e apresentar a estrutura de navegação do site. Usando a tela Splash, como dito, o visitante é obrigado a dar 1 clique a mais para ter acesso ao mais importante…

Erro de SEO 2 - Menus em Flash

Quem me conhece e alguns dos leitores do desenvolvimento para web já sabem que eu sou totalmente contra o uso de Flash que ultrapasse um “bannerzinho”. Não que eu pense que a tecnologia só tem essa serventia, e sim por questões de usabilidade, tempo de carregamento, e outros.

Ter um menu Flash impede que os spiders “encontrem” o restante do web site a partir da página incial (e se entrarem por uma página que não esta, também). Quer dizer, por causa de um menu que, muitas vezes, tem um efeito simples que pode ser conseguido por utilização de imagens de CSS, a indexação de um web site é incompleta ou nem acontece.

Tudo bem, tudo bem, há a “técnica” de colocar, próximo ao rodapé das páginas, um menu idêntico ao menu em Flash, sendo que este é com texto puro (por questões de acessibilidade). Sinceramente, vejo isso como uma excelente oportunidade de perder visitantes e/ou tempo de permanência destes, já que a porcentagem de novos visitantes que rolam a barra de rolagem é pequena e os links desta parte têm menos relevância para os bots de busca.

Erro de SEO 3 - Conteúdo em Imagens e/ou Flash

Olha o terceiro erro, aí; depois ninguém pode falar que minha cisma com o Flash é em vão!

Muitos desenvolvedores adoram fazer sites “100% Flash“… Não sei se é de conhecimento de quem faz isso, mas, com a atual tecnologia dos mecanismos de busca, é impossível para um bot saber do conteúdo de um site totalmente em Flash (existem até algumas iniciativas, mas nada significativo). Para um bot, é somente um arquivo inserido e pronto.

O mesmo se dá com imagens. Não adianta nada fazer belíssimas composições com textos e palavras-chave em imagens, já que os robôs de busca (ainda) não reconhecem o conteúdo de uma imagem. O máximo que se pode fazer é colocar um atributo “alt” mas, também, deve-se atentar para seu real propósito, que é ser uma alternativa para caso a imagem não seja carregada.

Erro de SEO 4 - Abuso do uso de AJAX

A tecnologia AJAX sem dúvida facilita e melhora bastante a experiência do usuário, se usada de forma adequada. Entretanto, desde que se “popularizou” (porque é usada desde 1997…) muitos abusos são cometidos em nome da dinamicidade.

Então, para uso desta tecnologia, é muito importante prestar atenção na técnica de desenvolvimento de sites em camadas. Fazendo primeiro a camada de conteúdo e aplicando a camada de comportamento posteriormente, os spiders conseguirão indexar o web site por completo. Valendo-se somente do AJAX para os menus, imagens e texos, certamente isso não acontecerá…

Erro de SEO 5 - Versionamento doa página inicial

Alguns desenvolvedores são adeptos à tecnica de, para cada versão do site, criar uma pasta diferente e colocar todo os arquivos nela. Por exemplo, site.com/v1, site.com/v2, e assim por diante, sempre redirecionando o acesso da página principal para a pasta da versão mais recente.

Alterarar muito freqüentemente a localização da página inicial pode prejudicar os “votos” recebidos através de links externos e a classificação nos rankings de busca, em geral.

Erro de SEO 6 - Links “clique aqui”

Esse erro começou nos primórdios da web e é cometido até hoje…

O link é a base, o núcleo, o cerne da web! É o link que permitiu que a web chegasse a ser o que é hoje e é o link que permitirá que seja muito mais! Com essa importância toda, por que você não sabe fazer links?

Um link “clique aqui” não diz nada a respeito de para qual outra página o visitante irá; não complementa em nada sua experiência no web site; não referencia da maneira correta a página de destino, conseqüentemente não contribuindo para o aumento da relevância do site; dentre muitos outros.

Portanto, deve-se usar textos claros, objetivos e, principalmente, descritivos, para que a pessoa (ou spider) que clicar no link saiba o que deve esperar encontrar e não tenha suas espectativas frustradas quando o fizer.

Erro de SEO 7 - Uso incorreto da “title”

O conteúdo da tagtitle” é um dos fatores mais importantes para um bom trabalho de SEO. Numa classificação de importância dos fatores de otimização de sites que são mais relevantes, certamente o conteúdo da tag “title” fica no “TOP 5″.

É através dos títulos da página que os bons robôs de busca conseguem indexar mais facilmente, mais eficientemente e mais corretamente. Devemos seguir algumas diretrizes para escrever títulos na web. Também, os títulos, na maioria dos bons sistemas de busca, são os que aparecem em destaque nas SERPs.

Algumas questões sobre os títulos:

  • Limite de caracteres de títulos. Basicamente, um bom título para a página não ultrapassa 65 caracteres. Daí a importância de ele ser sucinto e objetivo, ser um resumo para quem o lê e instigar a visita;
  • Palavras mais importantes primeiro. A(s) palavra(s)-chave mais importante(s) deve(m) ter precedência, quer dizer, deve(m) aparecer primeiro que as demais. Perceba como são os títulos dos blogs de sucesso;
  • “Keyword stuffing”. Abusar da(s) palavra(s)-chave no título para tentar uma melhor classificação nos sistemas de pesquisa também é um erro. Se houver abuso, é possível que seja considerado um “title spam” e acontecer uma penalização do resultado. “Otimização às avessas”…

Erro de SEO 8 - Atributo “alt” das imagens vazio

Como já explicado, o atributo de imagens “alt” para servir de alternativa quando, por qualquer motivo, a imagem não puder ser exibida. Também foi dito que os atuais spiders não conseguem interpretar o conteúdo (textual ou não) de imagens.

Juntando essas informações, é fácil concluir que deixar o atributo “alt” é perder chance de otimizar ainda mais aquela página para a(s) palavra(s)-chave escolhida(s). Os bots levam em consideração a descrição alternativa das imagens e a utiliza para indexar.

Erro de SEO 9 - URLs não amigáveis

Muitos desenvolvedores web não se atentam ao poder que uma URL amigável tem. Primeiramente ela facilita humanos a identificarmos e memorizarmos mais facilmente um endereço web; depois, um dos “TOP 5″ de SEO é referente ao endereço das páginas.

O que se vê muito por aí, principalmente em blogs, são endereço do tipo site.com/?p=35. Isso não quer dizer nada!

Agora, quando se tem endereços descritivos como site.com/um-texto-descritivo-do-meu-site, a chance de uma boa classificação nas SERPs aumenta consideravelmente e a correta indexação da página, também.

Para quem usa Wordpress, dê uma olhada no artigo “As melhores práticas de SEO que você pode adotar em seu web site ou blog para melhorar o posicionamento nos mecanismos de busca“, onde ensino a configurar corretamente o Wordpress para que faça permalinks amigáveis (não usei “clique aqui”, viram?).

Puxando para o lado mais técnico, procurem sobre mod rewrite.

Erros de SEO - Conclusão

A primeira conclusão é que o artigo sobre técnicas de SEO para designers do Web Designer Wall é muito bom! Leiam para conhecer outros aspectos que eu não citei neste artigo.

Se eu tivesse que escolher o “Erro de SEO 10″, provavelmente seria “Manter-se desatualizado“. O modo de funcionamento dos robôs de busca (algoritmos) mudam constantemente. Quando os mantenedores dos bots percebem que sua tecnologia já foi “manjada” e os resultados não são mais tão úteis e fiéis é que as atualizações acontecem.

Isso acontece mais rápido do que imaginamos, podem ter certeza!

A dica final, então, é sempre ficar atento quanto às últimas novidades de SEO, pesquisar sempre, ler muito a respeito, assinar feeds que tratam sobre o assunto (como o feed do desenvolvimento para web) e, como sempre digo, utilizar com bom senso e discernimento os ensinamentos adquiridos.

Se você fosse complementar a lista com o Erro de SEO 10, qual seria?

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Alteração de domínio e a questão do PageRank

O tigo escreveu um no blog dele um artigo muito bom sobre a alteração de páginas e domínios e a relação disso com o PageRank.

Vale a pena conferir o tutorial que ele fez, ensinando como preservar o PR e não cair no “ostracismo” web, caso se deseje realizar tal tarefa. Está tudo muito bem explicadinho, com passo-a-passo com direito a imagem ilustrativa!

Esse é digno de estrela no Reader!

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Pirâmide de conteúdo: estrutura lógica de web sites (para pessoas)

Lendo um dos livros de Dan Thies, cheguei a um capítulo onde era feira uma analogia interessante: a estrutura lógica de web sites (conteúdo voltado para pessoas, e não para bots de busca) pode ser representada por um pirâmide, sendo esta dividida; cada parte representaria um aspecto importante da estrutura lógica dos sites.

Pirâmide de conteúdo: estrutura lógica de web sites (na perspectiva das pessoas / visitantes).

O próprio Thies dá explicações a respeito de cada divisão; com minhas próprias palavras (decorrentes de como interpretei a explicação), ficaria algo mais ou menos assim:

Página inicial

De acordo com Dan Thies, a página inicial é onde a maioria dos visitantes entram (ou conhecem) na maioria dos web sites e, embora possa ser feito um trabalho (SEO) para que outras páginas tenham um bom posicionamento, com o intuito de as pessoas entrarem no site através delas (o que acontece, efetivamente), a página inicial é visitada por mais pessoas e mais freqüentemente que qualquer outra página dos sites.

A “regra de ouro” é que se as pessoas conseguirem encontrar o que elas procuram (naquele site) a partir da home page, então o desenvolvedor optou pelo caminho certo; do contrário, há bastante trabalho a ser feito.

Categorias

A segunda “parte” é referente às categorias (“roadmap pages”, como Thies chama). Esta divisão da pirâmide é relativa à estrutura de páginas (ou hierarquia de diretórios), mais especificamente à maneira como esta estrutura está organizada e, a partir desta organização, o qual fácil é para quem está no web site encontrar a informação que deseja ou realizar uma tarefa que é necessária.

Há um mito na área de usabilidade na web que apregoa: “Qualquer informação no site deve estar a, no máximo, 3 cliques”. Na verdade, não é bem assim. Como cita Dan Thies (e Jacob Nielsen, também, em seu livro “Projetando Websites com Usabilidade”), as pessoas não se importam tanto com a quantidade de cliques que têm que dar, desde que o “trajeto” seja simples e que, a cada clique dado, a proximidade do objetivo almejado seja maior.

Com esta preciosa informação em mente, é possível pensar melhor na arquitetura da informação do web site e como ela pode facilitar (ou não…) a experiência do usuário.

Por “curiosidade”, na perspectiva de SEO, a segunda parte da pirâmide é formada por qualquer página do site que consiga fazer link com a página inicial.

Conteúdo

As “Destination pages” (literalmente como consta no livro para designar o conteúdo, propriamente dito), em um site típico, são as mais importantes, na perspectiva das informações e processos de web sites. O esquema de navegação de um “visitante comum” costuma ser o seguinte:

Esquema de navegação de pessoam que visitam web sites.

Exemplificando com um site de e-commerce, as “roadmap pages” seriam as categorias de produtos (eletrodomésticos, livros, CDs, etc) e as “destination pages” seriam as descrições de cada produto dentro de uma dessas categorias.

Em uma perspectiva de otimização para mecanismos de busca, as “destination pages” seriam quaisquer páginas que ficam a 2 cliques da página inicial.

Conteúdo profundo

Na maioria dos web sites, ter até três níveis de conteúdo (destination pages) é o suficiente: é possível ter milhares de páginas utilizando este profundidade.

A partir deste “limite”, é preciso fazer um trabalho um pouco mais elaborado (quer dizer, diferenciado) de SEO para uma adequada indexação de páginas que ultrapassam o terceiro nível do site.

Então, segundo o que Dan Thies dá a entender, somente em casos em que realmente é preciso que devemos fazer um site com uma estrutura mais aprofundada que 3 níveis (que são mais que o suficiente).

A “Pirâmide de Conteúdo para Pessoas” tem sentido, mesmo?

Ainda não terminei de ler o livro de Dan Thies; de qualquer maneira, digo que, até o momento, li coisas sobre SEO interessantíssimas, que jamais havia lido em sites sobre o assunto.

Esta “pirâmide de conteúdo”, que representa a estrutura lógica de web sites para pessoas, realmente faz algum sentido. Somando a experiência do autor na área (anos de atuação) com as palavras e a lógica que ele se utilizou no livro, muito provavelmente esta analogia da pirâmide é correta.

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Passo-a-passo para a implementação de SEO

Alexis Kauffmann, do blog Como aparecer na primeira página do Google e aumentar a audiência de seu site, fez um artigo indicando cada etapa para otimizar um site para os mecanismos de busca.

Vale à pena conferir essa “visão do todo” do processo de SEO!

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SEO, amadorismo, opiniões tendenciosas e o mercado de atuação do “verdadeiro profissional” em SEO

Começou na blogosfera uma discussão a respeito do nível de atuação/capacitação de que mexe com SEO/SEM. Neste breve artigo, apresento minha opinião a respeito.

Lendo o feed do blog do Fábio Ricotta, vi um artigo que, na verdade, é a opinião do autor a respeito do texto “SEO é para Profissional“, do SEM Brasil. Intrometido que sou, resolvi dar minha opinião!

Os argumento apresentados por Erick Beltrami Formaggio, do artigo do SEM Brasil, num primeiro momento, realmente podem ser considerados inteiramente válidos. Entretanto, como a imensa maioria do que é dito/escrito, há controvérsias!

Um dos principais argumentos é sobre o “auto-desenvolvimento de teorias e práticas” a respeito de SEO. Pelo modo que é tratado no texto, fica até parecendo uma coisa ruim! Para você, também é? Então a melhor coisa a se fazer é seguir estrita e unicamente o que se vê pela internet e é aprendido em cursos e livros? Não vale a criatividade e o pensamento próprio, quando o assunto é otimização para mecanismos de busca? E de onde saiu aquela técnica que traz resultados reais? Se inovar é “pecado”, de onde será que ela surgiu?

Num outro ponto, o autor comenta:

A maioria das agências que vendem consultoria seja para SEO, Link Patrocinado ou mesmo Google Analytics, não têm certificações importantes, além de não serem reconhecidas como agências SEM pelos próprios Mecanismos de Busca, através de selos do tipo “Google Advertising Professional“, entre outros.

Mais uma vez, da maneira que é colocada esta afirmação, parece que só aquele que possui certificações e mais certificações em determinada área é legitimamente confiável para se nela atuar e/ou comentar a respeito. No mesmo sentido que o Fábio, penso que o autodidatismo, se forma um bom conhecimento em quem o pratica, equivale tanto quanto um pedaço de papel na parede… Como bem disse Ricotta, no fim, títulos não contam, resultados pelo contrário, contam e muito.

Quer dizer, vincular a capacidade de uma pessoa; dizer se ela é boa ou não no que faz; afirmar que dela nada de bom se pode esperar pelo único motivo de não possuir certificações, realmente é adotar uma postura extremista! Concordam?

Como disse, não descordo completamente de tudo o que foi citado no artigo de Erick Beltrami; sua postura e maneira com que o assunto foi abordado, da forma mais tendenciosa (presume-se que ele tenha “trocentos” certificados, né…), é que me motivou a escrever este post, mostrando minha opinião.

Quando o autor do polêmico artigo disse “Então não faz sentido, pelo menos ao meu modo de ver, empresas que em nada tem a ver com Search tentando comer essa fatia do bolo“, explicitamente mostrou que desaprova os experimentos que, por ventura, sejam feitos por quem não tem a parede de casa enfeitada…

Finalizando, gostaria de deixar claro que respeito a opinião e a maioria dos argumentos apresentados pelo autor; entretanto, não concordo! O Fábio Ricotta disse que conhece várias pessoas que começaram em casa, aprendendo sozinhos na Web, e hoje estão trabalhando em grandes empresas; e essa é a realidade de quem trabalho no ambiente virtual! O aprendizado, a disciplina, a mostra de resultados, enfim, o serviço bem feito, é que pode dizer se determinada pessoa é ou não qualificada para tal ou qual função.

Opinião de quem não tem (e não se importa) com certificados! ;-)

PS: Erick Beltrami cita que “Muita gente que não tem experiência com o mercado SEM sai por aí ‘auto-desenvolvendo’ teorias e práticas que em nada têm a ver com a verdadeira Otimização de Sites (SEO)“. Gostaria que ele informasse qual é a verdadeira Otimização para Mecanismos de Busca que citou, para que eu possa aprender a para de utilizar a falsa

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