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“Sobrinho”

31 de maio de 2008 0 comentários

O “Sobrinho” é o camarada que aprendeu a criar páginas para a internet utilizando ferramentas visuais, sem qualquer conhecimento teórico mais avançado. O detalhe é que, não sendo um profissional de valor no mercado, este indivíduo pratica preços muito a baixo dos padrões profissionais.

Esta definição de “Sobrinho“, de Newton Wagner, em seu artigo “O caso do sobrinho“. Ela expressa bem a realidade da coisa… Caso não tenha entendido, assista ao vídeo indicado no Jacaré Banguela! :-D

Como leitura complementar, leia o artigo que fiz sobre o desenvolvedor web.

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Revista Feed-se: opiniões de um leitor

27 de maio de 2008 3 comentários

A Revista Feed-se que, acredito eu, veio com a intenção de ser uma publicação inédita e inovadora, tem, atualmente, 2 edições: Edição Piloto e Edição Oficial, n.º 1. Na condição de leitor, gostaria de fazer algumas análises sobre a Revista Feed-se, expondo algumas de minhas opiniões a respeito. Repetindo, são análises de um mero leitor, como tantos outros; coloco-me, aqui, na condição única e exclusivamente de leitor da revista, nada além, nada aquém.

A Edição Piloto da Revista Feed-se deu o que falar. Devido à “meia pegadinha” que envolveu o lançamento da revista - algo relacionado ao 1º de abril, o dia da mentira -, muitos não deram muito crédito nem levaram a sério a história toda. Eis que alguns dias depois a Edição Piloto é realmente lançada, com algumas ressalvas sobre as notícias que acompanharam seu anúncio oficial. O pessoal da revista é brincalhão…

A tal Edição Piloto rendeu bastantes críticas (construtivas e de outros tipos)! A principal, acredito eu, foi a do Canha, do Digital Paper Design, que fez uma análise sobre alguns aspectos da estrutura da revista. Foi muito interessante o artigo, não somente pela “aula” que os leitores do blog receberam, mas pela consultoria gratuita que o pessoal da Feed-se levou no 0800. O engraçado é que alguns responsáveis pela revista apareceram para comentar com, na minha humilde opinião, um pouco de desprezo, ironia e falta de consideração, mas vá lá…

Aparentemente foi só impressão minha, mesmo, já que a primeira edição “oficial” da revista, além de mudar o layout, contou com uma matéria justamente com Canha, o até então persona non grata do pessoal da Feed-se (brincadeira, ele falou tudo na boa vontade)! :-)

Sobre o conteúdo da Revista Feed-se

Apesar de nenhum “pronunciamento oficial” sobre a “missão” da revista Feed-se, foi publicada uma matéria na qual um dos participantes da Edição Piloto, Daniel Becher, cita que a revista seria

uma iniciativa de escrever uma revista de blogueiro para blogueiro, com assuntos diversos sobre a blogosfera de forma off-line, para ser lida no ônibus, na varanda da sala ou até mesmo naquele momento íntimo matinal entre você e o vaso.

A meu ver, implicitamente, foi dado o escopo da revista. Sinceramente, quando li “assuntos diversos”, não imaginei que encontraria uma média de 40% ~ 50% dos conteúdos das Feed-se (sim, eu contei) voltados para assuntos bem diversos de técnicas de blogagem, blogosfera, tutoriais para blogar e assuntos estritamente relacionados aos blogs, em geral.

Tudo bem, posso ser o chato da história e ter a opinião diferente da grande maioria dos leitores da revista, mas, sendo “culpado” ou não, siceramente não consegui fazer o “link” entre uma revista para blogueiros e matérias do tipo “A História e a produção da Tequila” (matéria de capa…) e “XIS: Você ainda vai comer um”! Quer dizer, o assuntos sobre blogs, blogagem e blogosfera está em falta, pelo visto…

Outra conexão que não consegui fazer envolve conceitos-chave, imanente aos blogs, como simplicidade e objetividade, que, pessoalmente, acredito terem sido deixadas em segundo plano com o uso da fonte de difícil leitura (achatada verticalmente) que predominantemente foi usada na Edição n.º 1 da Feed-se e o fato de ter sido adotado o formato “wide” A3.

Oras, se a intenção é ter assuntos diversos sobre a blogosfera de forma off-line, não entendi o motivo deste formato… Ou eu sou o único a não ter papel A3 para impressão em casa?!

Conclusão sobre as primeiras edições da revista Feed-se

Frisando, mais uma vez, escrevi apenas o que identifiquei como leitor da revista, nada mais. Fiz o máximo de esforço para dar uma opinião “não-técnica” a respeito, dado que a “tecnicidade” às vezes está em mim de forma que eu não consiga “retirá-la”…

Acredito que o que eu identifiquei sobre a revista Feed-se não fui somente eu quem identifiquei; entretanto, pelo menos até onde consegui ler meus feeds e saber, fui o único a me manifestar.

Espero, sinceramente, mesmo, que as próximas edições sejam melhores. Eu sei como é “um começo” (pelo fato de já ter participado de vários) e também sei que opiniões construtivas fazem toda a diferença para futuras tomadas de decisão no sentido de melhorar um trabalho que, se bem organizado e com a direção coerente e sensata, pode dar muito certo!

Boa sorte, FEEDidos! ;-D

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Definição de acessibilidade e conexão com design

24 de maio de 2008 0 comentários

Analisando algumas estatísticas do desenvolvimento para web, percebi que uma pessoa fez a busca por “Definição de acessibilidade e conexão com design”. Infelizmente ela não encontrou o que pretendia no site; entretanto, se ela ou alguma outra voltar a fazer esta pesquisa, o resultado será positivo. Aqui está o artigo sobre Definição de Acessibilidade e Conexão com Design! :-)

Definição: o que é acessibilidade?

O termo “acessibilidade” tem muitos significados, dependendo de como é interpretado, de quem fala e da área a que se refere. De uma maneira geral, acessibilidade refere-se ao fato de algo ser acessível às pessoas, sejam elas quais forem, sejam os meios que estejam usando quais forem, sejam suas dificuldades e limitações quais forem.

Este é um conceito “ideal” que certamente não é alcançado em todas as vezes. Mas é o que todos os envolvidos com as atividades em que a acessibilidade tenha importância significativa devem ter em mente.

Por exemplo, um órgão público que organiza e providencia um concurso mas não tem infra-estrutura para que pessoas com necessidades especiais tenham acesso às salas de aula (seja por não ter rampas no local, elevadores com portas pequenas, etc) está impedindo o acesso a essas pessoas.

Acessibilidade na web

Na busca, aqui no blog, acredito eu que a pessoa gostaria de uma definição de acessibilidade em um contexto voltado à web, claro; e é justamente nesta vertente que vou focar.

Acessibilidade na web refere-se ao site ser acessível a quem o visita. Muito fácil, muito simples! Teoricamente, isso é tudo o que há para ser dito. Agora, como a acessibilidade vai se dar “são outros 500″…

O desenvolvedor web deve seguir inúmeras regras de acessibilidade; regras estas idealizadas e desenvolvidas especialmente para o acessos no ambiente virtual. Em nosso caso, regras desenvolvidas especialmente para serem conhecidas e aplicadas na idealização, contrução e manutenção de web sites.

Idealmente aquele sucinto conceito é o correto; na prática, é bem mais complexo e demorado prover a acessibilidade na web.

Para o caso da acessibilidade na web, o W3C definiu as “Diretrizes de acessibilidade ao conteúdo da Web“, ou WCAG. Basicamente, essas Diretrizes aconselham, instruem, o que devem os desenvolvedores de web fazer e/ou deixar de fazer em contextos de desenvolvimento web. O que, se implementado, será benéfico; o que, se não implementado, será maléfico quando as pessoas acessarem os sites.

Acessibilidade e conexão com Design

O Design, especificamente, no caso, o Web Design, tem muita conexão com a acessibilidade! Um bom design web deve ser consoante com a acessibilidade. Um site deve possuir bom layout, boa estruturação, bom design e ser acessível. Claro, estamos novamente no “mundo das teorias”. Na prática, desenvolver um site que atenda a estes (e outros) objetivos é bem complexo. Alguém enfie isso na cabeça dos clientes, por favor! :-D

Então, no modo que penso, a acessibilidade tem conexão com o design a partir do momento em que ambos, conjuntamente, aproximam-se o máximo possível do conceito ideal citado acima, com o objetivo de permitir que qualquer pessoa, em qualquer lugar, utilizando qualquer tipo de dispositivo, tenha uma experiência agradável (muito a ver com usabilidade, também), que encontre caminhos fáceis para as tarefas e/ou partes do site que lhe são mais úteis.

Conclusão sobre acessibilidade e conexão com design

O que foi dito neste artigo é, na verdade, uma sucinta abordagem. Quando se fala em acessibilidade e design, outros “núcleos” no desenvolvimento para web devem ser levados em consideração, como usabilidade, arquitetura da informação, bom planejamento, correta aplicação de tecnologias, e muitos outros.

Tudo isso somado à uma boa interface, elementos visuais agradáveis e leveza no carregamento, a meu ver constituem uma boa aliança entre acessibilidade e design, e servem como imensos auxiliares para que o visitante tenha acesso ao mais importante: conteúdo!

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acessibilidade, design
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HTML Playground: aprenda HTML, XHTML e CSS com exemplos reais

22 de maio de 2008 0 comentários

Para quem dá os primeiros passos no desenvolvimento para web, estudar, somente na teoria, HTML, XHTML e CSS é bem monótono e cansativo. Com HTML Playground, estudar HTML fica bem mais divertido e emocionando com exemplos feitos pelo próprio estudante.

Quem está começando no desenvolvimento para web precisa estudar bastante! Entretanto, os estudos iniciais de (X)HTML e CSS, se não feitos com vontade e bem conduzidos, principalmente quando somente teóricos, podem desestimular o aprendiz. O site HTML Playground tem a proposta de tornar estes estudos mais agradáveis!

Através de uma interface interativa simples e fácil de mexer, é possível mostrar todos os atributos das linguagens HTML, XHTML e CSS. Uma descrição da tag escolhida aparece e os valores dos atributos, quando presentes, podem ser alterados na hora. Tudo isso em um ambiente AJAX que mostra o resultado das modificações em tempo real. Clique na imagem para ver a explicação.

HTML Playground: explicação de interface.

Através do menu principal também é possível procurar uma tag, em especial, pelo nome; afinal, são dezenas de nomes diferentes, e é muito difícil “decorar” todos.

Lebrei da extensão para Firefox Firebug, que, dentre suas várias opções, permite editar os códigos dos sites em tempo real.

O ponto forte do sistema, com certeza, é a edição em tempo real dos códigos. Para quem está começando e precisa ver “as coisas acontecendo”, não há coisa melhor! Além do quê, o HTML Playground também pode servir como guia de referência ou manual para aqueles mais experientes e/ou os que não têm paciência ou memória para se lembrar de todas as tags e respectivos atributos de HTML e XHTML e regras, propriedades e valores de CSS.

Como disse, vale mesmo à pena estudar através do HTML Playground; além de poder testar os códigos em tempo real, o estudante traz mais divertimento e emoção a suas atividades, tudo isso de forma rápida e dinâmica!

Estude no HTML Playground.
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Photoshop: pincéis, tutoriais e exemplos de qualidade

20 de maio de 2008 1 comentário

Já escrevi sobre bons sites com pincéis para Photophop, como Brusheezy e myPhotoshopBrushes; tutoriais e efeitos (vide os 60 tutoriais de Photoshop e 70 tutoriais de Photoshop); e, também, sobre aquela madame que gosta de Photoshop. ;-)

Para adicionar mais um item nesta “lista photoshopada”, indico a coletânea de pincéis, tutoriais e exemplos de Photoshop que o Noupe compilou (para nossa alegria).

Na verdade, o objetivo é apresentar uma listagem com pincéis do programa; os tutorias e exemplos ficam por conta de usar os pincéis para elaborar composições e fazer montagens e, também, alguns tutoriais, “propriamente ditos”.

Como de costume, eles subdiviram e organizaram a compilação:

  • Pincéis “Grunge”;
  • Pincéis de pontos (dots);
  • Pincéis para fazer texturas;
  • Pincéis de flores;
  • Dentre outros.

Ah! E ainda tem indicação de diversos sites com recursos para Photoshop!

Pincéis, recursos e tutoriais de Photoshop
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design, indicações
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