Arquivo de 4 mar 2008

SEO, amadorismo, opiniões tendenciosas e o mercado de atuação do “verdadeiro profissional” em SEO

Começou na blogosfera uma discussão a respeito do nível de atuação/capacitação de que mexe com SEO/SEM. Neste breve artigo, apresento minha opinião a respeito.

Lendo o feed do blog do Fábio Ricotta, vi um artigo que, na verdade, é a opinião do autor a respeito do texto “SEO é para Profissional“, do SEM Brasil. Intrometido que sou, resolvi dar minha opinião!

Os argumento apresentados por Erick Beltrami Formaggio, do artigo do SEM Brasil, num primeiro momento, realmente podem ser considerados inteiramente válidos. Entretanto, como a imensa maioria do que é dito/escrito, há controvérsias!

Um dos principais argumentos é sobre o “auto-desenvolvimento de teorias e práticas” a respeito de SEO. Pelo modo que é tratado no texto, fica até parecendo uma coisa ruim! Para você, também é? Então a melhor coisa a se fazer é seguir estrita e unicamente o que se vê pela internet e é aprendido em cursos e livros? Não vale a criatividade e o pensamento próprio, quando o assunto é otimização para mecanismos de busca? E de onde saiu aquela técnica que traz resultados reais? Se inovar é “pecado”, de onde será que ela surgiu?

Num outro ponto, o autor comenta:

A maioria das agências que vendem consultoria seja para SEO, Link Patrocinado ou mesmo Google Analytics, não têm certificações importantes, além de não serem reconhecidas como agências SEM pelos próprios Mecanismos de Busca, através de selos do tipo “Google Advertising Professional“, entre outros.

Mais uma vez, da maneira que é colocada esta afirmação, parece que só aquele que possui certificações e mais certificações em determinada área é legitimamente confiável para se nela atuar e/ou comentar a respeito. No mesmo sentido que o Fábio, penso que o autodidatismo, se forma um bom conhecimento em quem o pratica, equivale tanto quanto um pedaço de papel na parede… Como bem disse Ricotta, no fim, títulos não contam, resultados pelo contrário, contam e muito.

Quer dizer, vincular a capacidade de uma pessoa; dizer se ela é boa ou não no que faz; afirmar que dela nada de bom se pode esperar pelo único motivo de não possuir certificações, realmente é adotar uma postura extremista! Concordam?

Como disse, não descordo completamente de tudo o que foi citado no artigo de Erick Beltrami; sua postura e maneira com que o assunto foi abordado, da forma mais tendenciosa (presume-se que ele tenha “trocentos” certificados, né…), é que me motivou a escrever este post, mostrando minha opinião.

Quando o autor do polêmico artigo disse “Então não faz sentido, pelo menos ao meu modo de ver, empresas que em nada tem a ver com Search tentando comer essa fatia do bolo“, explicitamente mostrou que desaprova os experimentos que, por ventura, sejam feitos por quem não tem a parede de casa enfeitada…

Finalizando, gostaria de deixar claro que respeito a opinião e a maioria dos argumentos apresentados pelo autor; entretanto, não concordo! O Fábio Ricotta disse que conhece várias pessoas que começaram em casa, aprendendo sozinhos na Web, e hoje estão trabalhando em grandes empresas; e essa é a realidade de quem trabalho no ambiente virtual! O aprendizado, a disciplina, a mostra de resultados, enfim, o serviço bem feito, é que pode dizer se determinada pessoa é ou não qualificada para tal ou qual função.

Opinião de quem não tem (e não se importa) com certificados! ;-)

PS: Erick Beltrami cita que “Muita gente que não tem experiência com o mercado SEM sai por aí ‘auto-desenvolvendo’ teorias e práticas que em nada têm a ver com a verdadeira Otimização de Sites (SEO)“. Gostaria que ele informasse qual é a verdadeira Otimização para Mecanismos de Busca que citou, para que eu possa aprender a para de utilizar a falsa

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