Arquivo de janeiro 2008

myPhotoshopBrushes: pincéis, gradientes, texturas, shapes e tutoriais para Photoshop

Que tal pincéis, gradientes, texturas, shapes e tutoriais para Photoshop? No myPhotoshopBrushes, tem!

Vi no feed do Deziner Folio um site sobre Photoshop muito interessante: é o myPhotoshopBrushes.

Ao contrário do que sugere o nome do site, o repositório é feito por artistas de todo o mundo! Melhor que este incrível trabalho colaborativo é o fato de que todas coisas para Photoshop, por lá, são grátis, quer dizer, você pode fazer o download do que quiser e usar em qual trabalho for que não paga nada!

Aproveitemos essa colher de chá, pessoal, antes que eles percebam que cobrar por isso é um bom negócio…

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Gestalt aplicado ao design web (parte 2): princípio da proximidade

No segundo artigo da série, apresento o princípio da proximidade, muito útil de se saber e efetivamente aplicar, nos trabalhos do dia-a-dia.

Este artigo é parte da série “Gestalt aplicado ao design web“. Confira a lista de todas as partes:

Foi visto no artigo anterior que pesquisadores alemães começaram a estudar as percepções visuais humanas, quer dizer, as relações entre algo sendo observado e as sensações que este “algo” provoca em que observa, dando origem à teoria Gestalt.

A partir deste estudo, foram deduzidos alguns princípios – ou “leis”, como preferem alguns – que descrevem alguns aspectos interessantes e, para o caso, úteis de se saber, sobre como o ser humano interpreta o que vê. Nesta série não serão vistos todos os princípios, mas, sim, aqueles que são úteis para o escopo a que se propõe: o desenvolvimento para web.

O princípio da proximidade basicamente diz que quando vários itens estão próximos entre si, formam uma unidade visual única, coesa, e não mais parecerão distintos. E mais: esta relação que forma o “um” sugere que estes elementos são relacionados, de alguma maneira.

Princípio da proximidade em ação: várias bolinhas próximas umas das outras “formando” outras figuras.

Ainda não acredita? Você mesmo “se depara com o princípio da proximidade” diariamente… O princípio da proximidade “transforma” milhões de pontinhos (pixels) no monitor que olhamos em verdadeiras imagens!

O princípio da proximidade “transforma” milhões de pontinhos (pixels) em imagens.

Deste princípio da proximidade, pode-se inferir que elementos relacionados devem ser agrupados.

Esta é uma informação muito importante, quando o assunto é desenvolvimento de layouts! Sabendo que elementos próximos dão a idéia de unicidade e relacionamento, que têm ligação entre si, é possível planejar melhor o design de um web site, por exemplo.

Utilizando o princípio da proximidade, é possível conferir organização a um layout; é fazer com que a experiência dos usuários, ao visitarem determinado site, seja agradável e, até mesmo, prazerosa. As pessoas se sentem bem quando as coisas estão organizadas, não é verdade? ;-)

No próximo artigo da série, mostrarei alguns exemplos do princípio da proximidade na web.

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A melhor lista de plugins para jQuery do mundo!

O Noupe dessa vez realmente arrasou: veio com uma galeria com 50 exemplos de uso do jQuery, com técnicas e plugins para o framework!

O Noupe disponibilizou uma excelente lista com 50 exemplos de jQuery! São vários autores que desenvolveram plugins / técnicas / exemplos de como se fazer um bom uso do framework!


Para os que ainda não sabem o que é “jQuery“:

Tudo está bem separadinho por categorias:

  • Painéis deslizantes;
  • Menus;
  • Abas;
  • “Acordeons”;
  • Shows de slides;
  • Efeitos de transição;
  • Carroséis;
  • Seletores de cores;
  • Lightboxes;
  • Validações de formulários;
  • Elementos de formulários;
  • Tooltips;
  • Tabelas;
  • Muitos, muitos outros…

Ufa! São tantas as categorias e tão bons os exemplos que, provavelmente, esta é a melhor seleção de plugins para jQuery que existe atualmente!

Pessoal, é sério: guardem esta lista com vocês (seja favoritando, adicionando no del.icio.us, navegador, ou o que quer que seja), porque, certamente, aqueles que desenvolvem com jQuery um dia precisarão de algo que está nesta lista!

Abraços e aproveitemos!

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Saiu uma lista com mais 37 plugins para jQuery!
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Gestalt aplicado ao design web (parte 1): origem do termo, significado e utilidade

Neste primeiro artigo da série, falo sobre o que é Gestalt, apresento um breve histórico e cito sua utilidade para aplicação no web design. Posteriormente, mostrarei alguns princípios de design conhecidos por todos os profissionais do ramo - na verdade, “medidas simples” que devem ser tomadas no momento de compor um layout.

Sobre o termo “Gestalt

Segundo o Instituto Gestalt de São Paulo,

a palavra Gestalt (plural Gestalten) é um termo intraduzível do idioma alemão para o português. O Dicionário Eletrônico Michaelis apresenta como possibilidades as palavras figura, forma, feição, aparência, porte; estatura, conformação; vulto, às quais ainda se pode acrescentar estrutura e configuração.

Complementando, o psicólogo Leonel Vieira diz, em seu artigo Descubra suas “gestalts abertas”, que, para a tradução do termo, também se pode usar “forma total” ou “forma global”.

Mas o que, exatamente, é “Gestalt“?

Gestalt é uma teoria - uma escola de pensamento, se ficar melhor - que estuda como os seres humanos percebem as coisas. Surgiu no início do século passado, na Alemanha, e teve como principais expoentes Kurt Koffka, Wolfgang Köhler e Max Werteimer. Ela apregoa que nossa percepção não se dá por “pontos isolados”, mas, sim, por uma visão de “todo”. Citando Juliana Fausto, em seu artigo Gestalt, publicado no web site do designer Tiago Teixeira,

somos bombardeados por estímulos físicos todo o tempo e, para compreendê-los, formamos organizações perceptuais (termo que se aplica tanto ao processo de organização quanto ao resultado em si). Há várias maneiras de se organizar esses estímulos, e, de fato, o fazemos, mas de tal modo que exista sempre apenas uma: nunca há dois tipos de organização em um só momento. Esse empreendimento se dá de maneira espontânea, inerente ao indivíduo, porém o consciente pode exercer um papel nesse processo, pois a organização perceptual ocorre dentro e fora da consciência: se a pessoa quiser, poderá criá-la conscientemente, mas se não o fizer, o inconsciente agirá.

No web site do Instituto Gestalt de São Paulo é possível saber que a Gestalt se divide em 3 sub áreas, quais sejam, Psicologia da Gestalt, Gestalt Terapia e Gestaltpedagogia, cada uma com seu próprio “momento de chegada”, seus próprios pensadores e abordagem focada.

Para que serve a Gestalt?

Uma taça ou duas pessoas se beijando? Só Gestalt explica…Levando em conta a Psicologia da Gestalt, que é o que interessa, para o caso, sua utilidade é analisar e “diagnosticar” as maneiras pelas quais percebemos o mundo em que vivemos. Os elementos que o compõem (vistos como um “todo”, como falado) e de que maneira isso influi na vida das pessoas.

Quer dizer, sabendo como é a “visão humana”, é possível fazer, o que quer que seja, levando-se em consideração determinadas práticas benéficas que agradam à percepção, que são mais benignas, diga-se dessa maneira. Por exemplo: fazendo um design web levando-se em conta determinados princípios, é possível criar uma composição que agrada aos olhos e à percepção dos visitantes!

Quando alguém entra em um web site e pensa “Não gosto deste site, mas não sei explicar o motivo…”, na verdade sabe o que há de errado, sim; mas o sabe de forma inconsciente! Seu cérebro, num limiar que não é percebido naquele momento, “capta” que existem discrepâncias entre os elementos, que eles estão fora do lugar, que não se “ajeitam”…

O estudo de princípios básicos de Gestalt, aplicados ao design para web, podem oferecer a quem os usa a chance de compor melhores layouts e, conseqüentemente, agradar mais aos visitantes dos sites que produz. As pessoas se sentirão confortáveis e navegar por ali será um verdadeiro prazer!

Esse é o objetivo da teoria Gestalt aplicada ao desenvolvimento de designs para web. Saber disso é dar um passo rumo a trabalhos mais profissionais e consistentes e, mais importante, realizar projetos de maior qualidade, que agradam às pessoas para as quais estes são feitos!

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ie7-js: um javascript para fazer o Internet Explorer renderizar melhor

Fiquei sabendo que existe o ie7-js, um arquivo javascript que faz com que o Internet Explorer se comporte como se fosse um “standards compliant browser“, quer dizer, as versões do IE a partir da 5, até a 6, comportando-se como IE 7!

Vi no feed do project.47 algo muito bom: um script (javascript) para dar um jeito nas renderizações meia-boca que encontramos nas versões anteriores do Internet Explorer, quer dizer, corrige uma série de erros de renderização em HTML e CSS: trata-se do ie7-js.

É bem simples: basta inserir o script nas páginas que deseja que sejam renderizadas nos IEs 5-6 como se fossem IE 7! Provavelmente, serão em todas, não é? ;-)

Há, também, uma script para renderização conforme Internet Explorer 8, mas este ainda é beta, por motivos óbvios.

Atenção para uma coisa: na renderização de páginas web, o navegador vai lendo linha a linha; quando se depara com uma chamada a javascript externa (que é o recomendado, por motivos de separação do desenvolvimento em camadas), a renderização é interrompida até que o script esteja totalmente carregado.

Tendo isso em mente, deve-se, na hora de inserir um javascript, escolher com cuidado se este será chamado logo no cabeçalho do documento (head) ou no fim de toda a página (antes de fechar a tag “body”). Dependendo de o quê o script faz e da necessidade em vista, é desaconselhável que se o chame logo no começo da página; noutras vezes, é imprescindível!

Creio que este seja o caso do ie7-js, quer dizer, deve-se chamá-lo no cabeçalho do documento, a fim de que seus efeitos sejam postos em prática o quanto antes e as páginas sejam renderizadas conforme o Internet Explorer 7!

Além desta maravilha de alterar a renderização das páginas, o javascript também provê a funcionalidade de colocar transparentes arquivos PNG em versões anteriores a 7 do IE. Mas há uma condição para isso… Não deixe de visitar a página oficial do script para saber mais a respeito!

E um último lembrete: trata-se de um javascript, lembrem-se bem disso; portanto, nada de negligenciar os testes nas versões anteriores do Internet Explorer! Afinal, nunca se sabe se o visitante vai estar com o javascript habilitado, ou não!

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