Arquivo de outubro 2007

Google Webmaster Tools

Neste post falo sobre o Google Webmaster Tools, ferramenta do Google para que “web masters” possam acompanhar algumas estatísticas/diagnósticos interessantes sobre “seus” web sites.

É totalmente difundida a quantidade de ótimas ferramentas que o Google tem. São aplicações das mais simples, como web mail e bloco de notas, às mais complexas e inovadoras, como software para visualizar praticamente qualquer lugar do mundo, através de fotos tiradas por satélites.

Hoje, pesquisando algumas coisas pela web, deparei-me, meio que acidentalmente, com o Google Webmaster Tools. Não sei se foi uma típica situação de corno, na qual fui o último a saber, mas, que eu tenha visto/me lembre, isso não está sendo muito divulgado.

Trata-se de uma “suíte” para geração de diversos tipos de relatórios a respeito de sites que são cadastrados no sistema. Para quem estiver interessado, vamos à um passo-a-passo para se cadastrar um no Google Webmaster Tools.

Para começar, logue-se no seu Google Accounts. É possível que você seja direcionado para uma telinha onde, à direita, serão listados vários dos serviços Google para que você escolha em qual quer entrar - estranhamente, não há o link para o Webmaster Tools

Esse é o momento em que você deve digitar o endereço “na unha”: www.google.com.br/webmasters/; vai aparecer uma tela onde se pode escolher uma série de links; escolha “Ferramentas do webmaster (inclusive Sitemaps)”; depois, você deve digitar de qual dos “seus” sites você quer obter informações, digitando o endereço no campo que aparece e, então, apertando o botão “Adicionar site“.

Pronto, aí você já deve estar no painelzinho da ferramenta; porém, é preciso que se confirme que o endereço submetido é realmente de um web site que você é responsável. Basta clicar em “Confirme seu site“, que fica dentro de uma caixa de alerta - com uma lâmpada, para chamar a atenção.

O Google permite que você escolha entre dois métodos de confirmação:

  • metatag: será gerada uma metatag para que você adicione na página inicial do site;
  • upload de arquivo: será gerado um nome para que você nomeie um arquivo “.html” - vazio - e envie para a pasta principal do site.

Escolha qual método lhe for mais conveniente e, depois de executá-lo, clique no botão “Confirmar”.

Pronto! Agora, sim, você pode desfrutar de todos os recursos da ferramenta! Não convém eu ficar falando de menu por menu… Ficaria cansativo e eu quebraria toda a emoção! :-)

É só ficar mexendo, fuçando e aprendendo com a ferramenta. Pelo menos pra mim, algumas coisas foram muito boas, como, por exemplo, a “contabilidade” de quais sites apontam para o que estamos visualizando as estatísticas.

Para os que gostam de alternativas - eu! -, caso se entre diretamente no Google Webmaster Tools e se selecione “Ferramentas do webmaster (inclusive Sitemaps)”, é só preencher seu login e senha Google para acessar a ferramenta.

Recapitulação

Há uma ferramenta Google que não é tão divulgada: Google Webmaster Tools, que permite visualizar estatísticas/diagnósticos dos web sites que você é responsável. Para cadastrar um site é só:

  1. acessar www.google.com.br/webmasters/ - depois de estar logado no Google Accounts - e escolher o item “Ferramentas do webmaster (inclusive Sitemaps)”;
  2. indicar o endereço de qual site você quer obter as informações oferecidas pela ferramenta;
  3. confirmar, através de um dos métodos possíveis, que você é realmente o responsável pelo site;
  4. brincar à vontade e, como diria o Gevã, ter motivos para cantar, alegremente, uma bela canção!
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Ver site em diferentes navegadores

Indico, nesta postagem, o browsershots.org, ferramenta online para visualização de web sites em diferentes browsers/sistemas operacionais.

Hoje eu assinei o feed do veines-noires.org. Já o havia visitado algumas vezes, zanzando pela web à fora, buscando por alguns assuntos não relacionados ao desenvolvimento para a web.

Fazendo algumas buscas - dessa vez, relacionadas - caí novamente no veines-noires.org, li o que estava precisando e mais algumas coisas e decidi me tornar assinante.

Embora não tenha tido tempo para ler muitas coisas e fazer algumas “análises” (no momento, estou no intervalo da faculdade :-) ), parece que é de conteúdo muito bom e útil - para diversos segmentos.

Dando uma olhadinha também no título de todos os posts publicados até hoje, chamou-me a atenção um: “100 recursos que todo Blogger/Webdesigner deve conhecer“. Bem chamativo, hã? Pretencioso que sou, me considero um blogger/webdesigner e, por isso, resolvi ler o conteúdo do chamativo post.

Encontrei uma lista bem interessante de “ferramentas”! São indicações que passam por galerias CSS (”inspiração”), templates de web sites (que sou contra, diga-se de passagem), estoques de imagens, tutoriais, material para editoração/criação de imagens e muitos outros.

Um muito legal (leia-se, interessante/útil) é o browsershots.org, que é uma ferramenta online onde você entra com o endereço de um site, blog, etc, e são geradas imagens dele, renderizado em diferentes navegadores e sistemas operacionais.

Vale muito à pena submeter os projetos em andamento no browsershots.org! Apesar de demorar um bocado para a ferramenta renderizar (no caso de marcar para gerar imagem do site em todos os browsers/sistemas operacionais, como eu fiz), no fim, você pode escolher visualizar cada screenshot em separado, na própria “página de resultados”, ou baixar todos os arquivos compactados.

Muito bom!

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Sobre link para página inicial

Nesta postagem exponho meu ponto de vista sobre a questão levantada pelo Walmar, a respeito de se usar ou não um link para a página inicial em menus principais de web sites.

O Walmar, há poucos dias atrás, levantou uma interessante questão, que está sendo bem debatida em algumas searas da blogosfera: “O link home é necessário”?

Só de respostas para o post que ele fez, são mais de 30 (no momento em que escrevo), fora os “posts especiais” que outros blogueiros fizeram a respeito, como o do Rochester, do Web Bem Feita, da Areta, e, muito provavelmente, outros.

Então, apesar de o povo já ter falado bastante a respeito, não custa nada eu informar minha opinião - que nada mais será que um pequeno aprofundamento do comentário que fiz no post da Areta.

Redundância

Redundância, quando bem utilizada, é algo muito interessante e benéfico para os visitantes de um site. É bom quando “vários caminhos levam à Roma”. Pensem bem: a maioria dos programas voltados para o “usuário final” possuem redundância.

O exemplo de um editor de textos: para colocar um trecho que se digitou em negrito, pode-se clicar com o botão direito do mouse em cima, selecionar algo como “formatação” e selecionar “negrito”; pode ser através de um ícone na barra de ferramentas; através dos menus textuais; e, talvez, por algum outro caminho.

Por dedução, entendo que o mesmo princípio vale para web sites, ou seja, é um benefício quando o usuário tem diversas maneira de realizar a mesma coisa (seja navegar, fazer cadastros, enviar mensagens, etc).

“Não me faça pensar”

A alusão ao título do livro de Krug, também feita pelo Rochester, é útil neste momento.

Para quem não leu o livro, saiba que este é o principal “princípio de usabilidade” de Steve Krug; basicamente o livro trata de como aplicar esse princípio, de como fazer o usuário “não pensar” ao utilizar web sites/sistemas/softwares. Pode parecer estranho lendo (rsrs), mas, para sanar a dúvida, basta dar uma lidinha! ;-)

Para este tópico, faço minhas as palavras de Rochester (sempre achei essa expressão estranha, mas vá lá…): Por mais que o usuário esteja acostumado, o link explícito não deixa dúvidas de sua função.

Conhecimentos “nielsenianos”

No livro de Nielsen (se não me engano), Projetando Websites, há uma parte em que ele cita que já é mais ou menos um padrão colocar como link para a página inicial, o que vai de encontro ao que o Rochester disse. De qualquer maneira, o livro foi escrito por um norte americano, que mora num país cujo amadurecimento da web é bem diferente do da “nossa web” - contando a “generalização” de alguns aspectos.

Certamente alguns usuários desconhecem tal “padrão” e, portanto, não se pode tomá-lo por “verdade absoluta”.

“Coletânea de técnicas”

É muito bom essa realidade toda de a informação ser mais acessível nos “dias de hoje”, e tudo o mais, e que profissionais de vários ramos compartilhem seus conhecimentos, mas deve-se tomar cuidado com a “coletânea de técnicas”, quer dizer, o sujeito visita tudo quanto é site, guarda todas as técnicas que encontra e as usa indiscriminadamente, sem atentar para as peculiaridades inerentes a todo e qualquer projeto…

É bastante comum que isso aconteça, principalmente com os desenvolvedores iniciantes, que ainda não tiveram a oportunidade de desenvolver os próprios pensamentos e discernimento quanto ao que se deve ou não se deve fazer em determinada ocasião.

Conclusão

Qual é minha resposta para a questão? “Depende”… É, isso, mesmo, a resposta é “Depende”. Levando em consideração todos os tópicos anteriores, creio que - agora vem mais uma frase pronta… - “cada caso é um caso”.

Como citei, penso que cada projeto merece suas próprias análises, sua própria estruturação e maneira de funcionar - apesar de, numa primeira olhada, parecer ser “tudo a mesma coisa”. Portanto, a decisão deve ser tomada conforme a necessidade, viabilidade, conveniência, e outros.

É a partir da análise do “caso concreto” que se pode dizer que é “certo” ou “errado” colocar, ou não, no menu principal, um link para a página inicial do site.

Recapitulação

Surgiu uma discussão entre os blogueiros sobre uma questão de usabilidade: usar ou não usar, no menu principal dos web sites, um link para a página inicial?

Para responder a esta pergunta, deve-se considerar cada projeto, particularmente, a fim de saber se, nele, é conveniente que se lance mão deste recurso.

Referências nacionais

Todos os links que coloco são referentes à discussão.

“O link home é necessário”?

Link para a inicial?”

“O link ‘Home’ é importante em um menu?”

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Face Transformer

Neste post falo sobre o software online Face Transformer.

Há um tempinho atrás, estava dando uma olhada no blog da Alanna; eu vi uma coisa muito, muito legal, por lá! Na verdade, estava um pouco “relutante” em fazer a indicação, mas a “coisa” é tão interessante que não pude resistir!

Trata-se de um conjunto de programas - feitos em Java - para a manipulação de rostos: “Perception Laboratory’s Face Transformer“. O que eu mais gostei e achei impressionante foi um que se chama “Face Transformer“, que, como o próprio título sugere, serve para fazer transformações em algum rosto.

Funciona da seguinte maneira: você vai ao web site do Face Transformer, sobe uma imagem para ser utilizada no programa, configura algumas rápidas opções e pronto, pode escolher entre mais de 15 transformações diferentes para serem feitas! Tudo bem, algumas ficam realmente toscas - e, o indicado, é que se utilize foto 3×4 -, mas, de qualquer maneira, é fantástico o que acontece!

“Uma imagem vale mais que mil palavras”, não é verdade? Então vou mostrar um exemplo que fiz. Para testar, peguei uma foto qualquer da Pitty - sim, a cantora - e a submeti ao Face Transformer. Não é preciso se preocupar em escolher uma foto “só de rosto”, porque numa das telas do programa, você indica em qual ponto da foto o rosto da pessoa está. Escolhi algumas opções básicas para “calibrar” o programa e pronto, escolhi quais transformações faria no rosto da baiana.

A foto original do rosto, depois que escolhi a área que queria aplicar os efeitos, ficou assim:

imagem do rosto da Pitty

Não vou colocar aqui todas as transformações, acho que, para se ter uma noção, já bastam os efeitos “Velha”, “Afro” e “Asiática”:

imagem do rosto da Pitty com as transformações Velha, Afro e Asiática

E então, sou eu o empolgado ou é realmente impressionante?!

Ainda há as transformações “Bebê”, “Criança”, “Adolescente”, “Turco”, “Meio macaco”, e muitas outras… Tem até “Mangá”! Vale mesmo à pena conferir o Face Transformer e os outros softwares do Perception Laboratory’s Face Transformer.

Bem, é isso. Como disse, a recomendação para se usar o Face Transformer é que se use foto 3×4, mas não é obrigatório - estão aí as transformações “não 3×4″, que não me deixam mentir. Apesar de o aplicativo ser um tanto quanto pesado, devido ao fato de ter sido feito em Java, vale à pena esperar um pouco para se divertir e observar esse excelente trabalho da equipe de desenvolvimento do Perception Laboratory’s Face Transformer!

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The Web Design Survey

Falo, neste post, sobre a pesquisa publicada na revista virtual A List Apart, a respeito do perfil de desenvolvedores web.

Em abril deste ano, o pessoal do A List Apart iniciou uma pesquisa com desenvolvedores web. O número de pessoas que respondeu ao “questionário” passou de 33.000! Estas, responderam a 37 questões para a coleta das informações. O resultado saiu anteontem.

Não vou estragar toda a “surpresa” do resultado da pesquisa na íntegra, mas, só para adiantar, algumas informações a respeito (não esquecendo que o resultado foi apurado com base nas pessoas que o responderam, e isso não reflete necessariamente a realidade mundial):

  • os desenvolvedores web são, em sua maioria, homens entre 25 e 32 anos;
  • 72% dos estrevistados tem site pessoal/blog;
  • a maioria trabalha em corporações (28,4%), seguidos pro empresários e freelancers (23,4%);
  • a maioria está a 2 ou 3 anos na área (12,4%) e trabalha de 40 a 50 horas por semana;
  • a maioria tem salário de $US 40.000 a $US 59.999. ¬¬

Como eu disse, isso é uma pequena fração da interessante pesquisa. Vale mesmo à pena acessar o web site da revista e baixar o arquivo. A disposição das informações está muito bem organizada e dá prazer de ler até o fim; o design agradabilíssimo do resultado da pesquisa ajuda bastante. :-)

Pessoalmente, nunca soube de uma iniciativa do gênero; mais uma excelente da equipe do A List Apart. O número de desenvolvedores que participaram da “sondagem”, na minha opinião, foi bem generoso. Tudo bem que a maioria foi dos que vivem nos EUA, mas deu para ter uma noção de como andam as coisas.

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